sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
COMO TER A CERTEZA DA VIDA ETERNA?
A Bíblia apresenta um caminho claro para a vida eterna. Primeiramente, temos que reconhecer que temos pecado contra Deus: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Todos nós temos feito coisas que desagradam a Deus, que nos fazem merecedores de castigo. Já que todos os nossos pecados, no final das contas, são contra o Deus eterno, somente um castigo eterno é suficiente. “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).Porém, Jesus Cristo, o santo (1 Pedro 2:22), eterno Filho de Deus, tornou-se homem (João 1:1,14) e morreu para pagar os nossos pecados. “Mas Deus prova o seu próprio amor para connosco pelo facto de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Jesus Cristo morreu na cruz (João 19:31-42), tomou sobre si o castigo que nós merecemos (2 Coríntios 5:21). Três dias depois Ele ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15:1-4), provando a Sua vitória sobre o pecado e a morte. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórida, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1 Pedro 1:3).
Pela fé, devemos fugir do pecado e olhar para Cristo para salvação (Atos 3:19). Se colocarmos a nossa fé n´Ele, confiando na Sua morte na cruz para pagar os nossos pecados, seremos perdoados e é-nos prometida vida eterna no céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16) “Se, com a tua boca, confessares a Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9). Fé absoluta no sacrifício de Cristo na cruz é o único caminho para a vida eterna! “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).
Se quer aceitar Jesus Cristo como seu Salvador, aqui está uma simples oração que pode usar. Lembre-se que dizer esta oração como qualquer outra não irá salvá-lo. Somente crendo em Cristo pode ser salvo. Esta oração é uma simples maneira de expressar a Deus a sua fé n´Ele e agradecer-Lhe por ter providenciado a sua salvação. “Deus, Eu sei que tenho pecado contra Ti e mereço ser castigado. Mas Jesus Cristo tomou o castigo que eu mereço para que pela minha fé n´Ele eu possa ser perdoado. Eu abandono o meu pecado e coloco a minha confiança em Ti para minha salvação. Obrigado por Vossa maravilhosa graça e perdão — o presente da vida eterna! Amém!”
Tome a decisão por Cristo, agora sabe que Ele é o caminho da salvação! Não fuja e não argumente, corra para os braços de Jesus.
O MESTRE DO EVANGELISMO!
A história do evangelismo começou com o nascimento de Jesus, como está descrito nos evangelhos. A encarnação demonstrou o coração evangelístico de Deus. Ele veio à terra para ser tanto a mensagem como o mensageiro. O anjo que apareceu a Maria ordenou-lhe que desse ao recém nascido o nome de Jesus, “porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1:21). Este artigo descreve como Deus preparou o mundo para receber Cristo, quando Ele nasceu em Belém, cerca do ano 4 A.C.; bem como algumas metodologias de evangelismo usadas por Jesus e uma sugestão de como implementar a comissão de Jesus.Jesus e o Preparo para o Evangelismo.
Gálatas 4:4 diz que “VINDO, PORÉM, A PLENITUDE DO TEMPO, DEUS ENVIOU SEU FILHO, NASCIDO DE MULHER, NASCIDO SOB A LEI.” Três diferentes nacionalidades desempenharam um papel importante na preparação do mundo para o nascimento de Jesus: os gregos, os romanos e os judeus:
1. Os gregos prepararam o mundo mediterrâneo através da difusão de sua língua e cultura.
Quando os exércitos de Alexandre o Grande invadiram o Oriente Médio, nos anos 334-323 a.C, Alexandre não apenas cumpriu seus sonhos de conquista, mas seu desejo de ensinar a cultura e língua grega aos povos daquela região. Os gregos também transmitiram ao mundo mediterrâneo o interesse pela sabedoria e o aprendizado. Filósofos como Sócrates, Platão e Aristóteles exemplificaram o amor pela verdade e a importância de buscá-la. Essa abertura a novas idéias foi útil aos evangelistas da Igreja Primitiva.[1]
2. Os romanos prepararam o mundo para o nascimento de Jesus através do estabelecimento da paz em toda região do mediterrâneo. A pax romana (“paz de Roma”) não apenas providenciou uma atmosfera de segurança e ordem para que a Igreja Cristã pudesse se desenvolver, mas tornou as viagens mais seguras para os missionários e evangelistas.[2]
3. Os judeus prepararam o mundo de várias maneiras. Primeiro, eles estabeleceram sinagogas em quase todas as grandes cidades do Mediterrâneo. Essas sinagogas se tornaram centros de ensino que beneficiavam não apenas os judeus da comunidade, mas também atraíam a atenção dos gentios. Segundo, os judeus prepararam o mundo pela disseminação do Velho Testamento na região. Quando o V.T. foi traduzido para o grego, os judeus proclamaram sua crença em um único Deus (monoteísmo) e na vinda do Salvador (o Messias) que estabeleceria o reino de Deus na terra.[3]
Jesus e os Métodos de Evangelismo.
Jesus praticou o evangelismo em massa ou a pregação pública. A pregação era uma tarefa importante no evangelismo de Jesus. De fato, muitos do povo O chamavam de profeta[4] (Mt 21:11; Lc 24:19). Ele era um pregador e não um escritor. Sua mensagem era sucinta: “O TEMPO ESTÁ CUMPRIDO, E O REINO DE DEUS ESTÁ PRÓXIMO; ARREPENDEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO” (Mc 1:14-15). Embora o Senhor demonstrasse um equilíbrio no tríplice ministério de ensinar, curar e pregar (Mt 4:23), Ele mesmo afirmou que veio primariamente para pregar (Mc 1:38). E como Jesus praticou o evangelismo?
a) Ele enfatizou a prioridade do evangelismo ao ensinar que a salvação é a coisa mais importante do mundo. Suas parábolas da pérola de grande preço e do tesouro escondido no campo ilustram esse princípio (Mt 13:44-46).
b) Ele treinou seus discípulos para a evangelização. Antes de dar a Grande Comissão, Jesus enviou os doze e os setenta para pregar (Mt 10 e Lc 10). Robert Coleman sugere sete etapas no método usado por Jesus: seleção, associação, ensino, demonstração, delegação, supervisão e multiplicação.[5]
c) Ele praticou um estilo de vida evangelístico. Há pelo menos quarenta relatos nos evangelhos de pessoas evangelizadas por Jesus. O estudo desses casos revela que Ele aproveitou todas as oportunidades e adaptou Sua apresentação a diferentes audiências. Ainda assim, Ele não alcançou todos os que desejava ganhar.
d) Ele ordenou a Grande Comissão de fazer discípulos através do evangelismo. Cada narrativa dos evangelhos e no livro de Atos tem como base a Grande Comissão (Mt 28:19-20; Mc 16:15; Lc 24:47-48; Jo 20:21; At 1:8).
Cumprindo a Comissão de Jesus.
Uma maneira de cumprir a comissão de Jesus é organizar eventos evangelísticos de colheita (igreja local) ou séries mais extensas para plantar uma nova igreja. Uma campanha evangelística não começa nem termina quando o evangelista prega a primeira e a última mensagem. Um programa bem sucedido é planejado meses antes do primeiro sermão e se prolonga por meses depois que o evangelista deixou de apresentar-se em público. A seguir apresentaremos uma seqüência de importantes passos a serem considerados para o bom êxito de um esforço evangelístico:
1. Escolha do lugar: pode ser que um campo local deseje fortificar a obra em certo lugar, ou que se queira abrir obra nova.
2. Consenso favorável: deve-se desejar que haja um consenso favorável com respeito à escolha do lugar por parte do campo local, do evangelista, do pastor e das igrejas.
3. Planeamento: uma vez escolhido o lugar e conhecido pelo evangelista, este traça os planos provisórios da campanha. Tais planos incluem a estratégia da campanha, a duração, o lugar sugerido para as conferências, o temário, a equipe, o plano de preparação do terreno, os materiais necessários, o programa de treinamento e o calendário de eventos da campanha (batismos, datas, e programas).
4. Discussão e aprovação dos planos: o evangelista submete os planos ao campo local. Discute-se o mesmo e são feitas sugestões para melhorá-lo. Os planos são apresentados aos pastores envolvidos e são ouvidas suas sugestões. O mesmo se faz com os líderes da igreja.
5. Grande convocação missionária: os planos aprovados são comunicados detalhadamente aos membros do distrito ou campo local a fim de que haja a participação de todos.
6. Preparação espiritual da igreja: deve-se criar um ambiente de comprometimento da igreja. Se na campanha participam pregadores leigos, é necessário capacitá-los com antecedência. Também se faz necessário capacitar os que preparam o terreno e os que formam as equipes.
7. Nomeação e treinamento das equipes: pelo menos dois meses antes, nomeiam-se as equipes que atuarão como suporte da campanha (recepcionistas, música, equipamentos, preparo do terreno, dentre outras). Também se faz necessário capacitar essas equipes de serviço, explicando-lhes detalhadamente suas responsabilidades.
8. Preparação do terreno: a maioria das campanhas é de colheita, mas uma colheita bem sucedida deve ser precedida por um esforço de semeadura, e esta se faz com meses de antecedência pela equipe ou pela igreja local. O ideal é que, no início das conferências, haja centenas de pessoas quase totalmente instruídas na verdade e praticando a maior parte das doutrinas. Então as conferências recapitulam a verdade e conduzem as pessoas à decisão
9. Propaganda: interna (Operação André) e externa (convites, rádio e tv, outdoors, etc).
10. A série de conferências: deve ter duração apropriada e ser acompanhada por uma classe bíblica.
11. Continuidade do processo de discipulado por meio de um programa de conservação enquanto se decide o local da nova igreja.
12. Avaliação: devem-se avaliar os pontos altos da campanha, os métodos e as idéias que deram bons e maus resultados, o desempenho da equipe, a adequação dos temas e devem-se fazer recomendações para o futuro.
Conclusão: Jesus iniciou Seu ministério desafiando os discípulos a se tornarem “PESCADORES DE HOMENS” (Mc 1:17). E Ele concluiu o ministério terrestre relembrando-lhes sua responsabilidade (At 1:8). E o que Ele espera de nós hoje? Grandes projetos de construções, grandes serviços de louvor ou bem elaborados cursos de discipulado? Tudo isto é nobre e vital. Mas Seu desejo é que nos tornemos testemunhas: algo que todos podem fazer.
Referências:
[1] Henri Daniel-Rops, Daily Life in the Time of Jesus (Ann Arbor, MI: Servant Books, 1980), p.51-79.
[2] Ibid.
[3] Arthur G. Plaza. The Emergence of the Church: Context, Growth, Leadership & Worship (Downers Grove, IL: InterVarsity Press, 2001), p. 27-54.
[4] O dom de profecia consiste em falar com autoridade para Deus, tanto na predicão de eventos futuros quanto de fatos do presente. Ver Seventh day Adventist Bible Commentary, Vol. 6, p. 771.
[5] Robert E. Coleman. The Master Plan of Evangelism (Old Tappan , NJ : Fleming H. Revell, 1972).
Texto de autoria de Emílio Abdala, publicado no site Missões Urbanas
2. Os romanos prepararam o mundo para o nascimento de Jesus através do estabelecimento da paz em toda região do mediterrâneo. A pax romana (“paz de Roma”) não apenas providenciou uma atmosfera de segurança e ordem para que a Igreja Cristã pudesse se desenvolver, mas tornou as viagens mais seguras para os missionários e evangelistas.[2]
3. Os judeus prepararam o mundo de várias maneiras. Primeiro, eles estabeleceram sinagogas em quase todas as grandes cidades do Mediterrâneo. Essas sinagogas se tornaram centros de ensino que beneficiavam não apenas os judeus da comunidade, mas também atraíam a atenção dos gentios. Segundo, os judeus prepararam o mundo pela disseminação do Velho Testamento na região. Quando o V.T. foi traduzido para o grego, os judeus proclamaram sua crença em um único Deus (monoteísmo) e na vinda do Salvador (o Messias) que estabeleceria o reino de Deus na terra.[3]
Jesus e os Métodos de Evangelismo.
Jesus praticou o evangelismo em massa ou a pregação pública. A pregação era uma tarefa importante no evangelismo de Jesus. De fato, muitos do povo O chamavam de profeta[4] (Mt 21:11; Lc 24:19). Ele era um pregador e não um escritor. Sua mensagem era sucinta: “O TEMPO ESTÁ CUMPRIDO, E O REINO DE DEUS ESTÁ PRÓXIMO; ARREPENDEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO” (Mc 1:14-15). Embora o Senhor demonstrasse um equilíbrio no tríplice ministério de ensinar, curar e pregar (Mt 4:23), Ele mesmo afirmou que veio primariamente para pregar (Mc 1:38). E como Jesus praticou o evangelismo?
a) Ele enfatizou a prioridade do evangelismo ao ensinar que a salvação é a coisa mais importante do mundo. Suas parábolas da pérola de grande preço e do tesouro escondido no campo ilustram esse princípio (Mt 13:44-46).
b) Ele treinou seus discípulos para a evangelização. Antes de dar a Grande Comissão, Jesus enviou os doze e os setenta para pregar (Mt 10 e Lc 10). Robert Coleman sugere sete etapas no método usado por Jesus: seleção, associação, ensino, demonstração, delegação, supervisão e multiplicação.[5]
c) Ele praticou um estilo de vida evangelístico. Há pelo menos quarenta relatos nos evangelhos de pessoas evangelizadas por Jesus. O estudo desses casos revela que Ele aproveitou todas as oportunidades e adaptou Sua apresentação a diferentes audiências. Ainda assim, Ele não alcançou todos os que desejava ganhar.
d) Ele ordenou a Grande Comissão de fazer discípulos através do evangelismo. Cada narrativa dos evangelhos e no livro de Atos tem como base a Grande Comissão (Mt 28:19-20; Mc 16:15; Lc 24:47-48; Jo 20:21; At 1:8).
Cumprindo a Comissão de Jesus.
Uma maneira de cumprir a comissão de Jesus é organizar eventos evangelísticos de colheita (igreja local) ou séries mais extensas para plantar uma nova igreja. Uma campanha evangelística não começa nem termina quando o evangelista prega a primeira e a última mensagem. Um programa bem sucedido é planejado meses antes do primeiro sermão e se prolonga por meses depois que o evangelista deixou de apresentar-se em público. A seguir apresentaremos uma seqüência de importantes passos a serem considerados para o bom êxito de um esforço evangelístico:
1. Escolha do lugar: pode ser que um campo local deseje fortificar a obra em certo lugar, ou que se queira abrir obra nova.
2. Consenso favorável: deve-se desejar que haja um consenso favorável com respeito à escolha do lugar por parte do campo local, do evangelista, do pastor e das igrejas.
3. Planeamento: uma vez escolhido o lugar e conhecido pelo evangelista, este traça os planos provisórios da campanha. Tais planos incluem a estratégia da campanha, a duração, o lugar sugerido para as conferências, o temário, a equipe, o plano de preparação do terreno, os materiais necessários, o programa de treinamento e o calendário de eventos da campanha (batismos, datas, e programas).
4. Discussão e aprovação dos planos: o evangelista submete os planos ao campo local. Discute-se o mesmo e são feitas sugestões para melhorá-lo. Os planos são apresentados aos pastores envolvidos e são ouvidas suas sugestões. O mesmo se faz com os líderes da igreja.
5. Grande convocação missionária: os planos aprovados são comunicados detalhadamente aos membros do distrito ou campo local a fim de que haja a participação de todos.
6. Preparação espiritual da igreja: deve-se criar um ambiente de comprometimento da igreja. Se na campanha participam pregadores leigos, é necessário capacitá-los com antecedência. Também se faz necessário capacitar os que preparam o terreno e os que formam as equipes.
7. Nomeação e treinamento das equipes: pelo menos dois meses antes, nomeiam-se as equipes que atuarão como suporte da campanha (recepcionistas, música, equipamentos, preparo do terreno, dentre outras). Também se faz necessário capacitar essas equipes de serviço, explicando-lhes detalhadamente suas responsabilidades.
8. Preparação do terreno: a maioria das campanhas é de colheita, mas uma colheita bem sucedida deve ser precedida por um esforço de semeadura, e esta se faz com meses de antecedência pela equipe ou pela igreja local. O ideal é que, no início das conferências, haja centenas de pessoas quase totalmente instruídas na verdade e praticando a maior parte das doutrinas. Então as conferências recapitulam a verdade e conduzem as pessoas à decisão
9. Propaganda: interna (Operação André) e externa (convites, rádio e tv, outdoors, etc).
10. A série de conferências: deve ter duração apropriada e ser acompanhada por uma classe bíblica.
11. Continuidade do processo de discipulado por meio de um programa de conservação enquanto se decide o local da nova igreja.
12. Avaliação: devem-se avaliar os pontos altos da campanha, os métodos e as idéias que deram bons e maus resultados, o desempenho da equipe, a adequação dos temas e devem-se fazer recomendações para o futuro.
Conclusão: Jesus iniciou Seu ministério desafiando os discípulos a se tornarem “PESCADORES DE HOMENS” (Mc 1:17). E Ele concluiu o ministério terrestre relembrando-lhes sua responsabilidade (At 1:8). E o que Ele espera de nós hoje? Grandes projetos de construções, grandes serviços de louvor ou bem elaborados cursos de discipulado? Tudo isto é nobre e vital. Mas Seu desejo é que nos tornemos testemunhas: algo que todos podem fazer.
Referências:
[1] Henri Daniel-Rops, Daily Life in the Time of Jesus (Ann Arbor, MI: Servant Books, 1980), p.51-79.
[2] Ibid.
[3] Arthur G. Plaza. The Emergence of the Church: Context, Growth, Leadership & Worship (Downers Grove, IL: InterVarsity Press, 2001), p. 27-54.
[4] O dom de profecia consiste em falar com autoridade para Deus, tanto na predicão de eventos futuros quanto de fatos do presente. Ver Seventh day Adventist Bible Commentary, Vol. 6, p. 771.
[5] Robert E. Coleman. The Master Plan of Evangelism (Old Tappan , NJ : Fleming H. Revell, 1972).
Texto de autoria de Emílio Abdala, publicado no site Missões Urbanas
domingo, 17 de julho de 2011
EVANGELISMO
Como podem os Cristãos envolver-se no evangelismo? Eles devem pessoalmente assumir a responsabilidade de transmitir o evangelho. A Bíblia diz em Mateus 9:37-38 “Então disse a seus discípulos: Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.”O evangelismo é um trabalho para todos os Cristãos em todo o mundo. A Bíblia diz em Mateus 28:19-20 “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”
Compartilhar Jesus Cristo com outros deve ser parte do nosso estilo de vida. A Bíblia diz em Colossenses 1:26-29 “O mistério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória; o qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso também trabalho, lutando segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente.”
As Boas Novas devem ser pregadas em toda a parte antes de Jesus voltar. A Bíblia diz em Mateus 24:14 “E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.”
Não precisa ser sofisticado, ou ter muitos diplomas para compartilhar Jesus Cristo com outros. A Bíblia diz em 1 Coríntios 2:1-5 “E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. A minha linguagem e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de poder; para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.”
Deus nos chama a ser representantes de Jesus. A Bíblia diz em 2 Coríntios 5:20 “De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus.”
Evangelismo é falar sobre Cristo, mas é também ser um modelo da verdade. A Bíblia diz em Marcos 16:15 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.” . A Bíblia diz em João 13:35 “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.”
Evangelismo é mais que pregar e dar testemunho. A Bíblia diz em Isaías 61:1 “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos.”
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Perspectivas sobre o homossexualismo – Parte 1
Introdução1. Trata-se, com efeito, de um fenómeno moral e social preocupante, mesmo nos países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, estendendo-o, em certos casos, à capacidade para adotar filhos.
As presentes Considerações não contém elementos doutrinais; pretendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de caráter racional, que possam ajudar a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e a promover a dignidade do matrimónio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a atividade dos que têm alguma responsabilidade na sociedade e na religião, a quem se indicam as linhas do comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projetos de Lei relativos a este problema.
Tratando-se de uma matéria que diz respeito à Lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade.
Perspectivas sobre o homossexualismo – Parte 2
Natureza e características irrenunciáveis do matrimónio
2. O ensinamento sobre o matrimónio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela reta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimónio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma natureza, propriedades e finalidades essenciais. [Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente que, através da recíproca doação pessoal – que lhes é própria e exclusiva -, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas.
3. A verdade natural sobre o matrimónio foi confirmada pela Revelação contida nas narrações bíblicas da criação e que são, ao mesmo tempo, expressão da sabedoria humana originária, em que se faz ouvir a voz da própria natureza. São três os dados fundamentais do plano criador relativamente ao matrimónio, de que fala o Livro do Génesis.
Em primeiro lugar, o homem, imagem de Deus, foi criado homem e mulher (Gén 1,27). O homem e a mulher são iguais enquanto pessoas e complementares enquanto homem e mulher. A sexualidade, por um lado, faz parte da esfera biológica e, por outro, é elevada na criatura humana a um novo nível, o pessoal, onde corpo e espírito se unem.
Depois, o matrimónio é instituído pelo Criador como forma de vida em que se realiza aquela comunhão de pessoas que requer o exercício da faculdade sexual. Por isso, o homem deixará o seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher, e os dois tornar-se-ão uma só carne (Gén 2,24).
Por fim, Deus quis dar à união do homem e da mulher uma participação especial na sua obra criadora. Por isso, abençoou o homem e a mulher com as palavras: Sede fecundos e multiplicai-vos (Gén 1,28). No plano do Criador, a complementaridade dos sexos e a fecundidade pertencem, portanto, à própria natureza da instituição do matrimônio.
Além disso, a união matrimonial entre o homem e a mulher foi elevada por Cristo à dignidade de sacramento. A Igreja ensina que o matrimônio cristão é sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja (Cfr Ef 5,32). Este significado cristão do matrimônio, longe de diminuir o valor profundamente humano da união matrimonial entre o homem e a mulher, confirma-o e fortalece-o (cfr. Mt 19,3-12; Mc 10,6-9).
4. Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os atos homossexuais, com efeito, “fecham o ato sexual ao dom da vida. Não são fruto de um verdadeira complementaridade afetiva e sexual. De maneira nenhuma se podem aprovar”.
Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais “são condenadas como graves depravações… (cfr. Rom 1,24-27; 1Cor 6,9-10; 1Tm 1,10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos, e foi unanimemente aceite pela Tradição católica.
Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação”. Essas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade. A inclinação homossexual é, todavia, “objetivamente desordenada”, e as práticas homossexuais “são pecados gravemente contrários à castidade”.
2. O ensinamento sobre o matrimónio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela reta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimónio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma natureza, propriedades e finalidades essenciais. [Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente que, através da recíproca doação pessoal – que lhes é própria e exclusiva -, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas.
3. A verdade natural sobre o matrimónio foi confirmada pela Revelação contida nas narrações bíblicas da criação e que são, ao mesmo tempo, expressão da sabedoria humana originária, em que se faz ouvir a voz da própria natureza. São três os dados fundamentais do plano criador relativamente ao matrimónio, de que fala o Livro do Génesis.
Em primeiro lugar, o homem, imagem de Deus, foi criado homem e mulher (Gén 1,27). O homem e a mulher são iguais enquanto pessoas e complementares enquanto homem e mulher. A sexualidade, por um lado, faz parte da esfera biológica e, por outro, é elevada na criatura humana a um novo nível, o pessoal, onde corpo e espírito se unem.
Depois, o matrimónio é instituído pelo Criador como forma de vida em que se realiza aquela comunhão de pessoas que requer o exercício da faculdade sexual. Por isso, o homem deixará o seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher, e os dois tornar-se-ão uma só carne (Gén 2,24).
Por fim, Deus quis dar à união do homem e da mulher uma participação especial na sua obra criadora. Por isso, abençoou o homem e a mulher com as palavras: Sede fecundos e multiplicai-vos (Gén 1,28). No plano do Criador, a complementaridade dos sexos e a fecundidade pertencem, portanto, à própria natureza da instituição do matrimônio.
Além disso, a união matrimonial entre o homem e a mulher foi elevada por Cristo à dignidade de sacramento. A Igreja ensina que o matrimônio cristão é sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja (Cfr Ef 5,32). Este significado cristão do matrimônio, longe de diminuir o valor profundamente humano da união matrimonial entre o homem e a mulher, confirma-o e fortalece-o (cfr. Mt 19,3-12; Mc 10,6-9).
4. Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os atos homossexuais, com efeito, “fecham o ato sexual ao dom da vida. Não são fruto de um verdadeira complementaridade afetiva e sexual. De maneira nenhuma se podem aprovar”.
Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais “são condenadas como graves depravações… (cfr. Rom 1,24-27; 1Cor 6,9-10; 1Tm 1,10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos, e foi unanimemente aceite pela Tradição católica.
Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação”. Essas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade. A inclinação homossexual é, todavia, “objetivamente desordenada”, e as práticas homossexuais “são pecados gravemente contrários à castidade”.
Perspectivas sobre o homossexualismo – Parte 3
Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais
Congregação para a Doutrina da Fé
Atitudes perante o problema das uniões homossexuais
5. Em relação ao fenómeno das uniões homossexuais, existentes de fato, as autoridades civis assumem diversas atitudes: por vezes limitam-se a tolerar o fenómeno; outras vezes, promovem o reconhecimento legal dessas uniões, com o pretexto de evitar, relativamente a certos direitos, a discriminação de quem convive com uma mesma pessoa do mesmo sexo; nalguns casos, chegam mesmo a favorecer a equivalência legal das uniões homossexuais com o matrimónio propriamente dito, sem excluir o reconhecimento da capacidade jurídica de vir e adotar filhos.
Onde o Estado assume uma política de tolerância de fato, sem implicar a existência de uma lei que explicitamente conceda um reconhecimento legal de tais formas de vida, há que discernir bem os diversos aspectos do problema. É imperativo de consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer da referida tolerância; afirmar com clareza o caráter imoral desse tipo de união; advertir o Estado para a necessidade de conter o fenómeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponha as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimónio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenómeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais conviventes, há que lembrar-lhes que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do Mal.
Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objeção de consciência.
Conclusão
Congregação para a Doutrina da Fé
Atitudes perante o problema das uniões homossexuais
5. Em relação ao fenómeno das uniões homossexuais, existentes de fato, as autoridades civis assumem diversas atitudes: por vezes limitam-se a tolerar o fenómeno; outras vezes, promovem o reconhecimento legal dessas uniões, com o pretexto de evitar, relativamente a certos direitos, a discriminação de quem convive com uma mesma pessoa do mesmo sexo; nalguns casos, chegam mesmo a favorecer a equivalência legal das uniões homossexuais com o matrimónio propriamente dito, sem excluir o reconhecimento da capacidade jurídica de vir e adotar filhos.
Onde o Estado assume uma política de tolerância de fato, sem implicar a existência de uma lei que explicitamente conceda um reconhecimento legal de tais formas de vida, há que discernir bem os diversos aspectos do problema. É imperativo de consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer da referida tolerância; afirmar com clareza o caráter imoral desse tipo de união; advertir o Estado para a necessidade de conter o fenómeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponha as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimónio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenómeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais conviventes, há que lembrar-lhes que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do Mal.
Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objeção de consciência.
Conclusão
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