sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
ENTRA NO BARCO E VAI!
Durante um violento temporal na costa da Escócia fora lançado um possante veleiro, pela fúria do mar agitado, contra a praia rochosa. O forte vento e as altas ondas pareciam querer despedaçar o casco do navio. Os pescadores na praia reconheceram logo a situação crítica em que se achavam os tripulantes e foram em seu auxílio.
A fúria do vento era semelhante a um bando de demónios que ameaçava destroçar tudo. O perigo era grande. Contudo, alguns homens destemidos entraram num barco e fizeram-se ao mar e conseguiram salvar a tripulação. Para espanto seu, quando se afastaram do veleiro náufragado, notaram que se tinham esquecido de resgatar um tripulante que se agarrava ao mastro. O desespero estampava-se no seu rosto. Mas, os remadores disseram: "Não podemos voltar e buscá-lo. Se o tentarmos, o nosso bote será arremessado contra as rochas e feito em pedaços pela violência das ondas e todos pereceremos."
Deixaram o jovem sobre o veleiro e rumaram em direção à terra. Quando chegaram à praia, aproximou-se deles um jovem robusto e disse: "Se alguém me acompanhar irei buscar aquele náufrago." A sua mãe, que se achava ao seu lado, abraçou-o carinhosamente e disse: "Meu filho, não deves ir. Lembra-te do teu pai, que também era marinheiro, e pereceu num temporal como este. E, há 8 anos, também o teu irmão Guilherme foi ao mar, e nada mais ouvimos dele. Sem dúvida, ele também morreu num naufrágio. Se tu fores agora e perecer, o que farei eu? Já sou velha e pobre. Tu és o meu arrimo, eu rogo-te que não vás."
Ele, amorosamente, soltou o braço da mãe e respondeu: "Mamã, ali fora um homem está em perigo. Creio que é o meu dever salvá-lo. Se eu perecer cumprindo o meu dever, Deus há- de cuidar de si." E, beijando-lhe a querida face, embora pálida e enrugada, embarcou no bote, juntamente com o seu companheiro, e partiram no meio da veemência do temporal.
Os que ficaram na praia ansiosamente esperaram longo tempo, com os olhos fitos no veleiro que devagar se ia afundando. Anelavam a volta do barco. Enfim, o avistaram quando ainda vinha muito distante, lançado de um lado para o outro pelas violentas ondas. Já cansados e quase exaustos, os dois homens, lutavam de forma heroica para trazer o barco para terra. Quando já estavam tão próximos que podiam ser ouvidos, os que estavam em terra perguntaram: "Vocês puderam salvar o homem?"
O jovem que tinha partido para salvar o homem, levando as mãos à boca exclamou: "Sim, digam à minha mãe que encontrei o meu irmão Guilherme." Havia somente uma alma a ser posta a salvo, e esse homem do veleiro náufrago que se afundou no mar era o seu próprio irmão, que por longo tempo foi dado como perdido.
Condições semelhantes há em tomo de nós. Por toda a parte há almas a perecer, que ainda se apegam a alguma coisa terrena, a qual logo lhes será arrancada pelo próximo embate da tempestade. Estas almas são nossos irmãos perdidos. O nosso dever é salvá-los, mesmo com risco da nossa vida terrestre. Milhares de almas andam sem rumo definido e serão finalmente arrastadas pelo poder do pecado. O plano divino é salvar os homens por intermédio de homens. Deus conta consigo e comigo!
– Soul Winning, págs. 65 e 67
domingo, 7 de agosto de 2011
A PERSEVERANÇA DO VERDADEIRO GIGANTE
Números 13, 1-2.25—14,1.26-30.34-35Deus tem um plano perfeito para que nós nos apossemos da “terra prometida”, no entanto, a nossa humanidade fraca se acovarda diante das primeiras dificuldades e ficamos a rodopiar na nossa mesmice porque não enfrentamos com fé em Deus os desafios da nossa caminhada. Muitas vezes morremos “na beira da praia” e não alcançamos os nossos propósitos porque nos apavoramos diante dos obstáculos, por isso, nos sentimos fracassados. Foi também isto que aconteceu com o povo de Deus quando teve notícia de que lá na terra para onde ele caminhava e onde corria leite e mel, os habitantes eram fortíssimos, como gigantes e eles teriam que combatê-los para se apossarem da promessa do Senhor. Os israelitas só viram as dificuldades e, motivados por alguns que haviam explorado a terra, desanimaram e começaram a murmurar. As nossas palavras têm poder! O Senhor pode tomá-las a sério e realizar aquilo que por inconsequência nós estamos afirmando. Por isso, as lamúrias do povo irritaram o Senhor, e Ele os deixou morrer na sua incompreensão, caminhar no mesmo lugar durante quarenta anos e nem todos viveram para pisar a terra da promessa, embora já estivessem bem pertinho. Fazendo uma analogia com a nossa caminhada nós nos apercebemos da semelhança que existe entre nós e o povo de Israel. Almejamos alcançar a terra da felicidade e o Senhor nos instrui e nos orienta, porém Ele não nos promete vida fácil e sem luta. Ele nos garante a vitória depois da batalha e receber o troféu como prémio da nossa perseverança, mas nós entendemos que com Deus deveríamos ter as coisas como passe de mágica e nos acovardamos quando antevemos que teremos que enfrentar os gigantes ao longo do caminho. Precisamos confiar em Deus que nos garante a chegada na terra definitiva. Não há felicidade sem busca nem vitória sem luta. Se Deus é por nós quem será contra nós? Quanto mais difícil for o caminho, maior será a conquista. Perseverança e não covardia é o que o Senhor nos propõe. Chegaremos lá, pois Deus combate por nós! – meus amigos costumam morrer na “beira da praia” por medo de enfrentar os gigantes? – são daqueles (as) que querem desistir porque é muito difícil? – São daqueles que gostam das coisas “práticas” ou aderem às sugestões do Espírito, embora sejam mais trabalhosas? – Acham que alcançarão a terra prometida?
UM GIGANTE SEM RUMO...
S. Marcos 8:35A verdadeira felicidade encontra-se na abnegação.
Certo homem, muito desanimado e desesperado, encaminhou-se para o Lago de Michigan, com a intenção de ali terminar com a sua triste existência. Ao andar pelas ruas, com fisionomia cerrada, passou por um dos bairros pobres da cidade. Na berma da calçada, em frente de uma casa aparentemente abandonada, viu sentada uma menina a chorar.
Ele deteve-se e perguntou: "Menina, por que estás a chorar? O que tens?" "Nada, senhor", respondeu ela. "Então, por que choras? Perdeste-te no caminho para casa?" "Não senhor". "Diz-me, onde moras?" "Nesta casa", respondeu. "Entãp, por que não entras? O que se passa? Não queres dizer-me?" "Estou com fome e sinto tanto frio" – confessou ela entre soluços – "também, a minha está tão doente e não temos nada em casa para comer." "Posso acompanhar-te até junto da tua mãe?”, perguntou o homem bondosamente.
Ambos entraram, ali, num quarto sobre um colchão jazia a mãe doente. Não havia calor, o armário estava vazio. Por todo o lado via-se a pobreza e a miséria. Tendo verificado a condição triste daquele lar, saiu calmamente do aposento, desceu as escadas e foi ao armazém mais próximo. Ali comprou víveres e em seguida foi comprar carvão. Voltou, e ao chegar, com o cesto cheio de alimentos, imaginem a alegria que encheu os corações da mãe e da filha. Também prometeu ajudá-las futuramente e, despedindo-se, retirou-se.
Quando chegou à rua parou e perguntou a si mesmo porque tinha vindo a esta rua. "Esta manhã tinha a intenção de fazer alguma coisa, mas o que era? Ah, agora sei. Estava decidido ir ao lago para atirar-me à água. Naturalmente deixou de o fazer. Por auxiliar a outros, achou o caminho para a felicidade.
Afinal ele era um gigante e não sabia! E tu?
sábado, 6 de agosto de 2011
PODE UM "LOUCO" SER UM GIGANTE?
Rowland Hill, em cujo coração ardia um amor intenso pelas almas, e a quem os homens às vezes chamavam louco, disse:"Certa vez, quando passava por uma estrada, vi um homem trabalhar no fundo de uma cova de cascalho. De repente, o barranco desabou e o enterrou vivo. Eu corri depressa em seu auxílio, e também chamei por socorro, que então veio da cidade, a mais ou menos uma milha distante. Nessa ocasião ninguém me chamou louco.
“Mas, quando vejo que a destruição está sobrevindo aos pecadores e os cobrirá com o barranco da desgraça, exclamo, advertindo-os do seu iminente perigo e animo-os a escapar, dizem que estou fora de mim. Talvez esteja, mas anelo que todos os filhos de Deus possuam o mesmo desejo que tenho de salvar os seus companheiros." – Soul Winning, pág. 51.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
VENÇA O GIGANTE DO APERTO DE MÃO
Há pessoas que perdem tanto tempo a aguardar a oportunidade espetacular de servir a outros. Há pessoas que estão dispostas a ir para África, ou qualquer lugar, desejam fazer coisas impressionantes como os grandes missionários fizeram noutros tempos. Isto não é mau! No entanto, há tantas pessoas carentes por quem passam todos os dias, estas só esperam um “bom dia, como está?” ou um sorriso, um aperto de mão e mais nada, mas nada recebem destes “missionários sonhadores”! Felizmente há, entretanto, pessoas, que muito se interessam em prestar o que se chama pequenos serviços, que não têm tempo para os tais “sonhos”, elas encontram sempre um terreno fértil para vencer os gigantes, os seus próprios gigantes: a timidez, os complexos, eles sentem que são “os menores da casa do Pai”, no poder de Deus pegam a funda e cinco pedrinhas e vão enfrentar estes golias.Um incidente verificado numa populosa cidade mostra-nos que há grande fome por pequenos actos de bondade.
Certo dia, alguém cumprimentou um pobre estrangeiro que falava muito pouco a língua do país. Notando que o forasteiro parecia desanimado, estendeu-lhe a mão. Perguntou-lhe então se ele estava em necessidade. "Não, não preciso de dinheiro", foi a resposta, "sentia fome apenas de um aperto de mão."
Abençoados os que não se acham atarefados demais para pensar nas pessoas famintas por pequenas demonstrações de afecto! Se soubessem qual o efeito produzido por seus actos, nunca lhes pareceriam insignificantes.
Quem está sempre alerta para aproveitar a ocasião de prestar pequenos serviços está mais apto a efetuar trabalhos importantes do que o que sonha com grandes coisas que pretende fazer algum dia. Vença o seu gigante em nome de Jesus!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
FAZEI A VOSSA LUZ BRILHAR
– Deus vos abençoe Bantu e Gezo nesse lugar difícil! Procurem ser fiéis soldados do Capitão celestial. Sei que a vossa vila não tem testemunhas de Cristo. Não permitam que as trevas obscureçam a vossa luz – recomendou o professor.– Não será assim com a graça de Deus – disseram Bantu e o seu amigo, ao deixarem a escola cristã na África para retornarem a casa a fim de auxiliar na colheita.
Tendo em mente as palavras do professor, ficaram agradavelmente surpreendidos ao notar que ninguém, ao princípio, os perturbava muito, e que não havia forte perseguição. Mas um dia Bantu chamou Gezo ao jardim e, levando-o para trás de uma espessa folhagem, segredou-lhe:
– Gezo, o chefe ordenou que trouxéssemos algumas raízes como oferta ao ídolo, e que tomássemos parte na festa para pedir chuva. A minha disse-me para eu obedecer mas não posso.
– Podemos estar certos de que nos irão bater – disse o seu amigo – porque os meus avós também me ordenaram fazer a mesma coisa. Oh! Bantu, agora teremos de nos firmar em Jesus. A prova será muito difícil, mas devemos ser valorosos.
Logo que o chefe, que se mostrava inflexível na sua determinação, ouviu que os dois rapazes se recusavam a comparecer à Festa da Chuva, ficou muito furioso, e disse: "Esses malvados rapazes trarão mais prejuízo à nossa aldeia, e devem ser publicamente castigados. Todas as nossas plantações já estão a morrer de sede."
Os rapazes estavam determinados a ser fiéis ao Chefe do alto. Algumas pessoas desejavam ser cristãs, tinham no entanto, sido cruelmente forçadas a unir-se na adoração do ídolo. Por isso Bantu disse ao amigo: "Gezo, nós devemos ficar firmes. Deve haver liberdade para todos os que desejam aprender o verdadeiro caminho. Vamos ao chefe distrital e procuremos a sua proteção."
Era muito difícil para os rapazes verem o chefe e Gezo ficou cheio de temor. Bantu também estava com medo quando viu o grande homem, mas acabou por dizer o que desejavam. O chefe não lhe prometeu proteção, e aconselhou-os a comparecer na audiência no dia seguinte, onde falsas testemunhas, subornadas por pessoas da vila, os acusaram de toda sorte de coisas más.
No fim, foi exigido de cada um que pagasse certa quantia, senão iriam para a prisão. A família de Gezo de má vontade pagou a importância, mas a mãe de Bantu era muito pobre e não podia conseguir a soma exigida. Assim Bantu teve de ir para a cadeia, a fim de cumprir a pena de 5 meses de prisão. Ficou muito triste por ter de deixar a mãe sozinha, pois era filho único.
– Além do mais, – disse, de si para si – o povo da vila não tem nenhuma luz para lhe mostrar o caminho para Cristo. Pode ser que muitos aprendam que é melhor sofrer que negar o Senhor.
As prisões africanas são escuras e imundas, e Bantu foi posto junto com toda a espécie de homens maus. No entanto, compreendeu que ali estava para brilhar por seu Senhor e Mestre, e pediu-Lhe que o auxiliasse continuamente.
Algum dos presos, como ele, estavam a ser injustamente punidos, e estes e outros que tinham cometido faltas, não mostravam má vontade em ouvir as boas novas do Livro de Bantu, durante os longos e quentes dias. Que prazer ele sentia em poder ler e falar, no seu modo simples, ele entusiasmava-se em anunciar o que o Seu Salvador tinha sofrido, como morreu e ressuscitou! Vez após vez lia a história de José na prisão, e isso o auxiliava a ser paciente, também, na sua dura experiência.
Finalmente chegou o dia feliz em que esse jovem foi posto em liberdade e pôde ir para junto da sua mãe. Mas não tinha brilhado em vão, pois notou que aos poucos ia aumentando o número de pessoas dispostas a ouvir a Bíblia, e logo estavam a pedir um professor.
– Enquanto não me for possível enviar um homem, – disse o missionário a Bantu, que tinha ido à escola para conseguir o que desejavam –deves prosseguir, Bantu. Tu já fizeste com que a luz brilhasse, de modo que continua a fazer isso até conseguir auxílio.
E Bantu aceitou o conselho, e regozijava-se ao pensar como Deus usara a sua pequena luz.
– Missionary Leader
terça-feira, 2 de agosto de 2011
EX-LUTADOR DE UFC ABANDONA O DESPORTO PARA IR PARA AS MISSÕES.
O americano Justin Wren, ex-lutador em categoria da UFC, com 10 vitórias em 12 apresentações deu um tempo nas lutas para fazer missõesA partir de Agosto, Wren e três outros missionários da Unusual Soldiers vão viajar para uma tribo na República Democrática do Congo, uma região dilacerada pela guerra civil, além da sua população ser vítima de canibalismo.
“Parece que eles estão a viver no inferno na terra”, diz Wren “E isso precisa mudar.”
Segundo Wren, a sua mãe chora e implora para que ele não vá para o Congo, mas ainda assim o atleta vê um propósito maior na sua missão e mostra-se confiante que Deus o protejerá e regressará depois de cumprida a missão.
O lutador peso pesado, disse estar preocupado e pensa muito nas dificuldades e perigos que vai encontrar, mas sente que foi chamado por Deus para ir até lá.
Wren conta que antes de encontrar Deus tinha uma vida perdida em drogas e álcool e que estava num lugar profundo e escuro e que tinha sentimentos suicidas. O quadro mudou quando em Las Vegas, um jovem pastor amigo da família o convidou para um retiro espiritual e foi aí que a sua vida mudou.
“Nunca quis ser cristão, odiava esse título, odiava as pessoas que se apresentavam como tal. Mas eu mudei quando conheci algumas pessoas que viviam o estilo puro do cristianismo, amavam Deus e amavam as pessoas, sem serem falsas.”
Essa não é a primeira missão evangélica de Wren. Ele já esteve no Haiti e na República Dominicana, porém a sua próxima missão no Congo será mais desafiadora.
Wren e os seus três amigos vão acampar no nordeste do país, no meio da selva, onde os Pigmeus estão cercados por cerca de 20 grupos rebeldes.
Oremos para que o Senhor Jesus o use como instrumento de salvação e volte com o coração cheio de alegria: ele vencerá um gigante fora do ring, como David.
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