domingo, 20 de maio de 2012

PLANTAÇÃO DE GRUPOS FAMILIARES

“A ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém!” (Efésios 3:21).

O ministério do Apóstolo Paulo proporciona o exemplo melhor do ciclo de plantar igrejas dos tempos do Novo Testamento. Examine o gráfico seguinte, depois estude a discussão que segue. Assegure-se de ler as referências em sua Bíblia:

Obreiros comissionados


Aqui estão os passos do ciclo de plantar igrejas que foram usados nos tempos do Novo Testamento e podem ser aplicados aos esforços modernos:

OBREIROS COMISSIONADOS: Atos 13:1-4; 15:39-40

Os Obreiros foram treinados e comissionados para alcançar uma certa área com o Evangelho. Os crentes na igreja local ajudavam a preparar, enviar, apoiar, e cooperar com aqueles que Deus separava para a obra.

PESSOAS CONTATADAS: Atos 13:14-16; 14:1; 16:13-15

Quando ele entrava numa nova área, Paulo normalmente fazia um contato de cortesia com os líderes religiosos existentes na sinagoga. Ele tentou ganhar a compreensão e apoio dos líderes da localidade tanto quanto possível. Os contatos com grupos e indivíduos continuaram, tendo como meta conseguir tantos ouvintes à mensagem do Evangelho quanto possível.

EVANGELHO COMUNICADO: Atos 13:17; 16:31

O Evangelho foi comunicado pregando, ensinando, dando testemunho, e pela demonstração de poder. Foram usados métodos diferentes para comunicar o Evangelho eficazmente. O método em algumas cidades era ensinar na sinagoga (Atos 14:1). Em outras, as pessoas receptivas eram separadas em grupos especiais (Atos 19:9). O ministério especial aos grupos de pessoas específicas ocorria em algumas áreas (Atos 13:42) e o idioma assim como os métodos foram ajustados para assegurar a comunicação apropriada do Evangelho (Atos 22:2).

OUVINTES CONVERTIDOS: Atos 13:48; 16:14-15

Comunicação eficaz do Evangelho produzia conversão, com as pessoas aceitando a mensagem de salvação e arrependendo-se do pecado.

CRENTES CONGREGADOS: Atos 13:43

Paulo não se deteve com a evangelização e conversão. Ele organizou os crentes em uma igreja local. Os novos crentes foram imediatamente introduzidos ao companheirismo e disciplina do Corpo local. Horários e lugares foram estabelecidos para as reuniões da nova igreja.

FÉ CONFIRMADA: Atos 14:21,22; 15:41

Como indicado pela Grande Comissão (Mateus 28:19-20), o ensinamento adicional seguiu após a conversão. Este ensinamento, dentro do contexto da igreja local, estabeleceu os novos convertidos enquanto eles aprendiam os elementos essenciais da fé cristã e como viver no Reino de Deus. A “confirmação da fé” desenvolveu-se para a maturidade espiritual e ajudou os crentes a descobrir seus dons espirituais e se tornarem membros ativos do Corpo de Cristo.

LÍDERES CONSAGRADOS: Atos 14:23

Enquanto os crentes amadureciam, líderes locais eram levantados por Deus. Cada igreja desenvolveu uma organização bíblica que era funcional e eficaz para sua situação geográfica. A autoridade para exercer os dons espirituais foi dada à igreja, com a liderança levantada dentro da nova congregação. Quando Paulo selecionou os presbíteros (pastores), eles foram escolhidos de dentro do povo da igreja, não importados de outras regiões:

“A razão de tê-lo deixado em Creta foi para que você pusesse em ordem o que ainda faltava e constituísse presbíteros em cada cidade, como eu o instruí” (Tito 1:5).

GRUPO CONGREGADO: Atos 14:23; 16:40

Quando os líderes estavam no lugar e funcionando eficazmente, a dependência dos plantadores da igreja cessava. Uma transição ordenada era feita do fundador aos novos líderes locais. A igreja era encomendada ou entregue ao Senhor como um ativo Corpo local de crentes. Ainda que as novas igrejas se relacionassem com a igreja-mãe pelo que se refere à amizade e direção, elas não eram dependentes da igreja principal. Elas eram igrejas auto-sustentadas capazes de continuar a obra do Evangelho sem depender do apoio financeiro de fora.

Todos os arranjos financeiros feitos por uma nova igreja deviam ser tais que as pessoas pudessem controlar suas próprias finanças. Se uma igreja recebe o apoio de outras igrejas, denominação, ou crentes em outras nações então Ela se coloca dependente destes. Se a igreja patrocinadora ou a denominação falha, a nova igreja também falhará. Se os relacionamentos entre essas nações são cortados, a igreja experimentará dificuldades quando for cortado o apoio do outro país.

O mesmo Senhor que converteu a água em vinho e multiplicou os pães e peixes para alimentar as multidões é certamente capaz de levantar os fundos necessários para a extensão do Evangelho. Paulo fundou as novas igrejas na Palavra de Deus e sobre a Rocha, Cristo Jesus. Ele não as estabeleceu sobre uma organização ou denominação ou sobre sua própria personalidade. Criar dependência não treina para a independência.

RELACIONAMENTOS CONTINUADOS: Atos 15:36; 18:23

Os relacionamentos continuaram entre a nova igreja, o plantador da igreja (Paulo), e a igreja-mãe (Jerusalém). Também se estabeleceram relacionamentos entre a nova igreja e outras igrejas por toda a região para estender o Evangelho.

CICLO REPETIDO: 1 Tessalonicenses 1:8

Como na Igreja dos Tessalonicenses, “propagou-se a palavra do Senhor” desta nova igreja às pessoas não-alcançadas e o ciclo de evangelização foi repetido para plantar igrejas adicionais.

AS PRIORIDADES PARA O MINISTÉRIO

Paulo tinha uma estratégia mundial definida para a evangelização e a plantação de igrejas. O registro da Bíblia revela sua preocupação por Ásia, Galácia, Macedónia, Acaia, e Espanha, que eram todas províncias no momento. Estude estes lugares onde Paulo plantou igrejas:

 Filipos: (Atos 16) Esta era a cidade principal de Macedónia.

 Tessalónica: (Atos 17:1-10) Esta era uma grande e influente cidade comercial.

 Corinto: (Atos 18:1-11) Uma metrópole comercial de Grécia.

 Éfeso: (Atos 19:1-10) De onde as estradas principais do império romano se estenderam de Roma ao Oriente. Éfeso era um porto estratégico e um centro comercial.

Estes exemplos revelam sete prioridades para o ministério:

CIDADES:

Os lugares onde Paulo estabeleceu igrejas eram centros de administração romana, de civilização grega, influência judaica, o importância comercial. Paulo sabia que ele poderia alcançar um maior número de pessoas nas cidades repletas de gentes. Ele também compreendeu que as mudanças normalmente começam nas cidades e então se estendem às áreas rurais. Estes grandes centros de comércio e turismo também tinham pessoas de muitas nações que passam por ali para negociar e se divertir. As cidades estavam nas rotas de viajem onde o movimento natural das pessoas ocorria. Quando estes visitantes eram alcançados com o Evangelho, eles levavam a mensagem com eles quando eles voltavam para casa.

Paulo se moveu em círculos crescentes a partir destas bases estabelecidas da missão. Depois que Paulo deixou Jerusalém, ele voltou sua atenção à Ásia Menor, trabalhando primeiro em Tarso e Antioquia (Atos 11:25-30; 13:1-3), depois para Ásia Menor Ocidental com Éfeso como seu centro (Atos 19:1-20; 16:8). Dali, Paulo se moveu ao oeste, tendo Roma como o centro e Espanha como a parte mais remota já alcançada (Atos 19:21; 23:11; 28:14-31; Romanos 1:9-15; 15:24, 28).

CAMPOS RECEPTIVOS:

Em Mateus 10, Jesus lhes disse a Seus discípulos para não ir aos Samaritanos ou Gentios, mas ir a Israel. Naquele momento a escolha correta era ir para Israel. Os outros grupos seriam receptivos depois. Até mesmo os judeus, os discípulos deveriam ministrar aos receptivos. Eles deveriam ficar e compartilhar onde eles recebessem uma boa resposta e seguir adiante quando eles encontrassem pessoas não receptivas. Eles deveriam concentrar seus esforços nas áreas de maior receptividade.

Paulo também seguiu esta estratégia. Quando os judeus rejeitaram o Evangelho, Paulo se voltou aos Gentios (Atos 13:42-51). Quando Atenas não estava pronta, Paulo foi a Corinto. Em Corinto, Paulo voltou dos judeus aos Gentios. Os gregos receptivos se regozijaram e muitos creram e foram batizados (Atos 18:5-11). O Senhor aprovou as ações de Paulo através de uma visão que lhe disse para ficar em Corinto e intrepidamente proclamar a Cristo (Atos 18:5-11). Quando as comunidades das sinagogas o rejeitaram, Paulo começou congregações com aqueles que foram receptivos. Quando a perseguição o expulsou, ele foi a outras cidades.

O SEU PRÓPRIO POVO:

Paulo se preocupava em alcançar a seu próprio povo com o Evangelho:

“Irmãos, o desejo do meu coração e a minha oração a Deus pelos israelitas é que eles sejam salvos” (Romanos 10:1).

POVOS NÃO-ALCANÇADOS:

Paulo deu prioridade às áreas onde Cristo ainda não havia sido pregado:

“Sempre fiz questão de pregar o evangelho onde Cristo ainda não era conhecido, de forma que não estivesse edificando sobre alicerce
de outro. Mas antes, como está escrito: “Hão de vê-lo aqueles que não tinham ouvido falar dele, e o entenderão aqueles que não o haviam escutado” (Romanos 15:20-21).

As áreas em que não há nenhum testemunho existente do Evangelho sempre devem ser a prioridade. Leia a parábola da ovelha em Lucas 15:3-7. A prioridade era a ovelha perdida, não aqueles no redil. (Ver também 10:13-14.)

GRUPOS DE PESSOAS:

Paulo trabalhou com vários grupos de pessoas dentro de uma cidade ou região. Por exemplo, ele ministrou tanto a gregos como a judeus em Antioquia (Atos 13:42). Como você aprendeu no Capítulo Seis, um grupo de pessoas é uma tribo, casta, ou qualquer grupo com o mesmo background cultural, linguístico, e étnico. É importante ver uma cidade ou região pelo que se refere a coisas assim e plantar uma igreja de acordo com isso.

Em uma cidade nos Estados Unidos há grandes populações de pessoas que falam espanhol, inglês e mandarim, por exemplo. O crescimento de ligação para plantar igrejas nesta cidade deve objetivar o alcance destes grupos específicos de pessoas. Plantar uma igreja de fala Tagalog nesta cidade não seria útil, pois ali não há nenhum grupo que fala Tagalog. Por isto o plantar igrejas sempre deve enfocar nos grupos de pessoas dentro de uma certa área, não só na cidade em general.

Plantar igrejas dentro de certos grupos de pessoas avança o Evangelho mais rapidamente. Os membros de um grupo de pessoas todos falam o mesmo idioma e têm os mesmos costumes. Não há nenhuma barreira linguística ou cultural para impedir a extensão do Evangelho. Por estas razões, o Evangelho pode estender-se mais rapidamente.

O Instituto Internacional Tempo de Colheita oferece um curso intitulado “Analise Ambiental” que o ajudará a analisar uma área antes de ministrar ali. Nós sugerimos que você obtenha este curso para ajudar a plantação de igrejas.

O curso o ajudará em:

1. Identificar as pessoas a serem alcançadas. Quais grupos de pessoas diferentes constituem a cidade ou região? Quem você planeja alcançar? Qual é o seu background religioso, cultural, étnico, e linguístico?

2. Identificar suas necessidades espirituais. Por exemplo, precisa-se de uma igreja entre os de fala hispânica de uma certa cidade? Talvez suas necessidades estejam sendo supridas ali, mas os de fala francesa dessa área estão espiritualmente abandonados.
3. Determinar a receptividade ao Evangelho.

4. Determinar os métodos que você usará para alcançar estas pessoas. Qual é a melhor maneira de alcançá-las? Quem deve alcançá-las?

COMUNICAÇÃO EM MASSA DO EVANGELHO:

Paulo comunicou o Evangelho através da comunicação em massa. Ele aproveitou a oportunidade de dirigir-se às grandes multidões:

“Em Icônio, Paulo e Barnabé, como de costume, foram à sinagoga judaica. Ali falaram de tal modo que veio a crer grande multidão de judeus e gentios” (Atos 14:1).

DISCIPULADO INDIVIDUAL:

Paulo pregou às multidões, mas ele também conhecia o valor de investir sua vida em alguns homens-chave que poderiam também ensinar a outros. Timóteo era um destes homens, assim como Tito e João Marcos, que uma vez havia recusado o treinamento de discipulado (Atos 15:36-40). Foi Paulo quem, através do Espírito Santo, revelou o plano de Deus para cada crente multiplicar-se espiritualmente (2 Timóteo 2:2).

Trabalhar com outros crentes, como Barnabé e Silas, assim como os discípulos que ele treinou, grandemente multiplicou o ministério do Apóstolo Paulo. Em sua segunda e terceiras jornadas missionárias, Paulo alistou a ajuda de colaboradores que eram nativos da região onde eles planejaram trabalhar. Este é um principio importante. Os africanos podem alcançar melhor os africanos. Os índios podem alcançar melhor ao seu próprio povo. Os asiáticos podem penetrar melhor em seu próprio continente com o Evangelho. Eles falam o idioma, entendem os costumes, e já têm se ajustado ao estilo de vida.



TESTE O SEU CONHECIMENTO

1. Escreva o Versículo-Chave de memória.
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________

2. Quais são os dez passos do ciclo de plantar igrejas?
________________________________ ________________________________
________________________________ ________________________________
________________________________ ________________________________
________________________________ ________________________________
________________________________ ________________________________

3. Quais foram as sete prioridades do ministério do Apóstolo Paulo?
________________________________ ________________________________
________________________________ ________________________________
________________________________ ________________________________
________________________________

(As respostas se encontram ao final do último capítulo neste manual.)
PARA ESTUDO ADICIONAL

1. A evangelização e plantação de igrejas feitas pelo Apóstolo Paulo se resume frequentemente na forma de três jornadas missionárias:

A primeira jornada: Atos 13:1-14:28
A segunda jornada: Atos 15:36-18:22
A terceira jornada: Atos 18:23-21:14

2. Estude mais sobre o ciclo de plantar igreja que foi usado por Paulo em cada cidade, revendo os eventos que ocorreram na cidade de Éfeso:

Pessoas contatadas: Atos 18:19; 19:1,8,9
Evangelho comunicado: Atos 19:4,9,10
Ouvintes convertidos: Atos 19:5,18
Crentes congregados: Atos 19:9-10
Fé confirmada: Atos 20:20, 27,
Líderes consagrados: Atos 20:17,28; 1 Timóteo 1:3,4
Igreja encomendada: Atos 20:17; Efésios 1:1-3,15,16

3. Aqui está uma lista prática para acompanhar na plantação de igrejas:

PREPARAÇÃO ESPIRITUAL:

___ Eu tenho gastado muito tempo pensando e oração sobre plantar esta igreja.

___ Eu estou convencido de que Deus está levando-me a plantar esta igreja.

___ Eu não estou fazendo isso para agradar as pessoas.

___ Eu tenho uma visão para esta igreja, por que ela é necessária e como Ela será.

(Escreva isto numa “Declaração de Propósito”. Cada congregação tem um propósito específico e único para realizar dentro do propósito geral e global de Deus para o mundo inteiro ser alcançado com o Evangelho. O curso do Instituto Internacional Tempo de Colheita, “Administração Por Objetivos”, lhe ensinará a identificar seu propósito e declará-lo em termos claros).

___ Eu creio que tenho as qualidades espirituais apropriadas para um plantador de igrejas.

Aqui estão algumas qualidades que são importantes para um plantador de igrejas. Ele deve ser:

 Chamado por Deus a este ministério específico.
 Capacitado por Deus como um líder para equipar outros para o ministério.
 Ter as qualificações bíblicas para a liderança de 1 Timóteo 3:17.
 Capaz de suportar solidão e frustração sem desencorajar-se facilmente.
 Capaz de ganhar e liderar a outros.
 Um homem de fé, crendo que Deus fará grandes coisas.

SELECIONANDO A ÁREA DESIGNADA:

___ Eu tenho orado pela área em que devo plantar um grupo de crentes.
___ Eu tenho feito uma análise ambiental.


___ O alcance geográfico deste grupo tem sido claramente definido.

(Obtenha um mapa para o ajudar nisto, junto com a informação reunida na análise ambiental).

___ Eu tenho concluído uma pesquisa das necessidades da comunidade de pelo menos 100 pessoas desta área não-alcançada.

(Esta pesquisa ajudará a fazer a evangelização pessoal e determinará as necessidades espirituais e receptividade da área).

Na página seguinte há um formulário que você poderia usar em seu estudo:


PESQUISA DA COMUNIDADE

Data de Visitação: __________

Nome: ________________________________

Direção: ____________________________________________________________

Os membros da casa:

Esposo ____ Esposa ____ Número de filhos ____

(1) Você é um membro ativo de uma igreja local? (Esta pergunta pode levar a possíveis pessoas para evangelização. Lembre-se que entra numa nova área com o propósito de evangelização, não para tirar as pessoas das igrejas existentes).

___ É um membro ativo. ___ Não é um membro ativo.

(2) Qual é a maior necessidade entre as pessoas desta área? (A resposta recebida para esta pergunta ajudará a identificar os ministérios que podem ser necessários nesta área geográfica em particular. Também ajudará a relacionar os esforços de evangelização às necessidades das pessoas).
_____________________________________________________________________

(3) Qual a sua opinião que leva as pessoas aqui não participar de uma igreja? (Esta pergunta proporciona oportunidade para tratar com as objeções que as pessoas tem).
_____________________________________________________________________

(4) O que é que poderia ser feito especificamente pela sua família? (Esta pergunta provê a oportunidade para começar a servir a esta família, com a meta final de evangelização).
__________________________________________________________________________________________________________

(5) Tem algum amigo ou parente que poderia estar interessado num grupo de partilha cristã? (Isto provê contatos adicionais para evangelização).
_____________________________________________________________________

Marque os itens aplicáveis:

___ Um bom contato
___ Ativo noutra Igreja
___ Deseja outra visita
___ Deseja uma Bíblia
___ Deseja literatura cristã sobre ______________________________

ORGANIZAR O NÚCLEO DO GRUPO DE CRENTES:

Liste os nomes daqueles que podem unir-se em uma equipa de oração pelo novo grupo:
_______________________________ ______________________________
_______________________________ ______________________________
Identifique aqueles que podem formar o núcleo para o novo grupo. Eles podem ser novos crentes que simplesmente têm sido convertidos nessa área ou crentes maduros que serão enviados por uma igreja-mãe para ajudar a plantar um grupo de crentes numa área específica.
_______________________________ ______________________________
_______________________________ ______________________________
_______________________________ ______________________________

___ Nós temos selecionado um nome para o grupo.
___ Nós temos uma Declaração de Propósito.
___ Nós temos uma Declaração Doutrinária escrita que declara o que a igreja crê.
___ Nós temos completado os documentos a enviar aos oficiais da freguesia ou do bairro a ser evangelizado.
___ Nós temos estabelecido os requisitos para quem deseja tornar-se membro.
___ Nós temos estabelecido um orçamento financeiro.

ESTABELECER A LIDERANÇA DO GRUPO DE CRENTES:

___ Nós temos identificado que líderes serão necessários para começar o grupo de crentes e que assistirão regularmente.
___ Nós temos identificado futuras necessidades de liderança para a igreja.
___ Nós temos mobilizado o núcleo para a obra do ministério baseando-se nos dons espirituais.

SELECIONAR O LUGAR DE REUNIÃO:

___ O lugar que nós temos selecionado para reunir é visível na comunidade (as pessoas podem vê-lo e podem encontrá-lo facilmente).

___ Ele é acessível (pode chegar-se lá facilmente através de transporte público e/ou caminhando).

___ Ele reúne os requisitos para estacionamento (se os membros usam veículos para ir ao grupo).

Grupo Familiar (Casa de Crentes):

 Uma sala para uso múltiplo que pode ser usado para adoração, oração, e comunhão.
 Proporciona comunhão íntima.
 Nenhum custo no uso.
 É um método do Novo Testamento.
 Enquanto ele se torna mais cheio, pode motivar o núcleo do grupo para buscar lugares mais adequados para permitir o crescimento.

Possíveis Desvantagens:

 Alguns podem sentir incomodo de ir a uma casa particular a menos que eles conheçam o dono.
 Há estacionamento e assentos limitados.
 Às vezes, os vizinhos não apreciam ter uma igreja caseira perto deles.
 Pode ser uma dificuldade para a família do organizador ter que abrir a sua casa várias vezes por semana a outras pessoas.

Um Lugar Neutro da Comunidade:

Este tipo de lugar poderia ser um salão de reuniões de um povo, um centro de conferência, um clube social, escola, sala de conferências de um hotel, ou centro de recreação. (Nota: Ao selecionar um lugar da comunidade, o uso de uma capela fúnebre normalmente não é recomendado. As pessoas associam a capela com os enterros e podem trazer recordações para aqueles que tem sofrido a perda de amigos ou parentes).


 Fiz-me de tudo para com todos para de alguma maneira salvar a alguns: Veja 1 Coríntios 9:19-23. Não há nenhuma abordagem padrão para alcançar o não-salvo. Em lugar de orar, “sobre o que pregarei?” Ore, “A quem eu estarei pregando?” Olhe as pessoas que Deus está trazendo ao seu cuidado.

 Foque a sua mensagem nas “boas novas” do Evangelho: Ele não é o Evangelho a menos que seja boas notícias. Considere as seguintes perguntas:

o O título da mensagem implica que eu tenho boas notícias para compartilhar?
o A mensagem oferece a ajuda prática da Palavra de Deus?
o Qual é a maneira mais positiva de apresentar esta mensagem?
o Qual é a maneira mais simples de apresentá-la? (Simples não significa de pouca profundidade. Jesus apresentou mensagens bem simples, mas bem profundas).
o Como eu posso apresentá-la com o impacto mais forte? (Os Fariseus citaram outros e não teve muito impacto. Os discípulos compartilharam a experiência e vidas foram transformadas. Compartilhe pessoalmente, honestamente, e com entusiasmo e convicção).
o Qual é a maneira mais interessante de falar as boas novas? (Jesus usou histórias de interesse humano e parábolas compreendidas pelo homem comum).

 Diminua os avisos da igreja: Estes podem ser dados por um boletim impresso ou de outras maneiras. As pessoas não-salvas vêm porque elas têm necessidades em suas vidas, não para ouvir falar dos programas e eventos da igreja.

 Selecione as passagens bíblicas e as canções cuidadosamente: Assegure-se de que elas enfocam o não-salvo e são fáceis de entender. Por exemplo, textos bíblicos sobre “golpear seus pequenos contra a parede” das profecias do Antigo Testamento não serão entendidas facilmente pelo não-salvo (às vezes, nem pelos crentes!) Assegure-se que as canções são facilmente compreendidas e estão focadas no não-salvo.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

O Grande Conflito - Testemunho de Ex-guitarrista de banda de rock

Introdução Operação Fermento

 Quase dois terço da população do mundo nunca ouviu a mensagem do Evangelho.
 Milhares de grupos de povos nunca foram alcançados para o Senhor Jesus.
 Muitas tribos nunca receberam os seus primeiros missionários.
 Há cerca de 1.700 idiomas sem a Palavra escrita de Deus.
 A população do mundo dobrará em menos de 50 anos.


Quando nós pensamos em estatísticas como estas, a partir do ponto de vista de cumprir a Grande Comissão do Senhor Jesus Cristo para levar o evangelho do Reino de Deus a cada criatura, nós reconhecemos que estamos diante de uma grande tarefa. É uma tarefa tremenda, mas ela não é impossível.

Muitos cursos sobre evangelização enfocam no mandamento para “Ir” a todas as nações com o evangelho. Eles enfatizam a pregação e ensinamento da mensagem do evangelho. Este curso difere, pois ele também enfoca no que Jesus disse para fazer “à medida que seguirdes” e o padrão da Igreja do Novo Testamento do que fazer “enquanto você estiver ali”. O curso se divide em três partes:

Parte Um é intitulada “Ide”. Ela enfoca no mandato dado por Jesus para pregar o evangelho do Reino de Deus a cada criatura. Inclui instruções acerca da mensagem a ser compartilhada, os mensageiros, como comunicar o evangelho e os receptores da mensagem. Métodos de evangelismo também são ensinados, com ênfase naqueles usados nos tempos do Novo Testamento. A evangelização Pessoal e em massa se discutem, com instruções específicas sobre como tratar com dificuldades e o acompanhamento dos novos convertidos. Instruções são dadas também sobre planeamento e mobilização dos recursos espirituais e como funcionar em rede com outros no evangelismo.

Parte Dois é intitulada “À Medida Que Seguirdes”. Nos Evangelhos, Jesus nunca comissionou ninguém para pregar o evangelho sem também lhe ordenar a ministrar cura e libertação. Ele disse que “à medida que seguirdes, pregai que está próximo o reino dos céus. Curai enfermos, ressuscitai mortos, purificai leprosos, expeli demónios; de graça recebestes, de graça daí” (Mateus 10.1, 7-8, tradução do original). Enquanto as multidões vinham para receber cura e libertação, a colheita espiritual começou a multiplicar-se tão rapidamente que novos obreiros foram necessários. Não demorou a que 70 mais discípulos fossem necessários e enviados para pregar, ensinar, curar e libertar. Foi a demonstração de poder “à medida que eles iam” que resultou em rápido avanço do evangelho por todo ou mundo. Por esta razão, a Parte Dois deste curso enfoca no ministério de cura e libertação que deve acompanhar a pregação e o ensinamento do evangelho.

Parte Três enfoca no padrão revelado pela igreja do Novo Testamento do que fazer “enquanto você estiver ali”. O propósito do evangelismo não está completo até que uma igreja seja plantada entre um grupo de novos crentes. Evangelismo para estabelecer igrejas locais é como trazer filhos ao mundo e não assumir a responsabilidade por seu subsequente cuidado. Uma pessoa não deve ser considerada “evangelizada” até que ela se torne um membro responsável e ativo de uma igreja local. Para realizar isto, ali deve haver uma igreja local. Uma área não deve ser considerada evangelizada até que uma igreja seja plantada.

Esta tríplice abordagem do evangelismo é chamada de “evangelismo como fermento” porque ele espargirá o evangelho por todo o mundo rapidamente assim como o fermento penetra a massa de pão. O fermento pode ser pequeno e oculto, mas ele é de grande impacto.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Evangelismo Corporativo e Testemunho

Sábado à tarde
VERSO PARA MEMORIZAR: “E as palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros” (2Tm 2:2, NVI).
Leituras da semana: Ec 4:9-12; Sl 37; Fp 1:5-18; Ef 4:15, 16; Cl 1:28, 29
Pensamento-chave: A disseminação da verdade de Deus não se limita aos ministros. A verdade deve ser espalhada por todos os que alegam ser discípulos de Cristo.

Como vimos, é importante que todos os cristãos reconheçam o potencial que Deus lhes deu. As Escrituras dão muitos exemplos nos quais os cristãos usaram seus dons enquanto trabalhavam com os líderes em uma equipe do ministério de evangelismo.

Em Atos 13:13, a referência de Lucas a “Paulo e seus companheiros” sugere que o apóstolo Paulo era o líder reconhecido de um grupo missionário que incluía Barnabé (v. 1). Lucas nos diz que, às vezes, o trabalho missionário de Paulo e Barnabé demostra que eles trabalhavam juntos (At 13:50, 14:1).

Às vezes é difícil para alguém se envolver no programa de evangelismo e testemunho na igreja local porque os líderes não estão constantemente procurando pessoas capacitadas para incorporar nessa obra.

Na semana passada, estudamos a contribuição individual dos membros em relação ao evangelismo e testemunho da igreja. Nesta semana, consideraremos alguns aspectos das estratégias corporativas da igreja e como os indivíduos podem se envolver.

DomingoPermitindo que a mão esquerda e a direita saibam

Muitas pessoas na igreja estão envolvidas, enquanto outras, por várias razões, atuam relativamente pouco. De toda maneira, as pessoas muitas vezes não sabem o que sua igreja está planejando nem em que direção trabalha. Consequentemente, não percebem como as atividades em que estão envolvidas contribuem para alcançar os objetivos gerais da igreja.

1. Quais são as vantagens de trabalhar em grupo no contexto profissional e social? Podemos aplicar essa verdade ao contexto missionário? Ec 4:9-12

Esses versos descrevem os benefícios da ajuda mútua, do apoio e cuidado em qualquer situação. O que é verdade para duas ou três pessoas também é verdade para a igreja local. Para que as bênçãos descritas em Eclesiastes 4:9-12 se realizem, cada pessoa deve estar ciente do que os outros estão fazendo ou planejando. Se as pessoas não têm conhecimento disso, como podem saber que tipo de apoio é necessário e quando? Assim, se os membros não conhecem o programa de testemunho e evangelismo da igreja, como poderão ajudar? Infelizmente, devido à falta de apoio, os que estão na linha de frente do testemunho e evangelismo às vezes pensam que ninguém se preocupa com esse ministério vital, quando, na realidade, o problema é que os outros membros não sabem o que está acontecendo.

2. Que tarefas de apoio foram realizadas por Lídia e pelo carcereiro? Como essas atividades contribuíram para a missão geral de pregar o evangelho? At 16:14, 15, 33, 34

Inicialmente pode parecer que certas atividades não têm nenhuma relação com as estratégias de evangelismo e testemunho da igreja. Mas, após um exame mais aprofundado, elas se revelam vitais ao processo geral. Os que proveem alimentação e abrigo para um evangelista visitante desempenham parte essencial, assim como os que recepcionam as pessoas que comparecem às reuniões. Muitos membros da igreja se dispõem a apoiar quando sabem qual é o programa, o que é necessário e quando estão certos de que sua contribuição é parte integrante do programa geral da igreja. Nesse contexto, é importante permitir que “a mão direita saiba o que a mão esquerda está fazendo”.

Segunda-feira
Planejando juntos

Muitas vezes, o planejamento dos objetivos e estratégias para evangelismo e testemunho, envolve pouquíssimas pessoas. Então, quando os planos são estabelecidos, aquelas poucas pessoas se lançam na tarefa de tentar envolver os outros nas fases de implementação. É muito melhor envolver um grupo maior desde o início. Por isso, o Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia afirma que a principal preocupação da comissão da igreja é o trabalho de planejar e promover o evangelismo em todas as suas fases.

3. O que deve caracterizar o culto oferecido a Deus? Que vantagem esse princípio pode trazer ao trabalho evangelístico? Quais são os prejuízos da falta de planejamento ou de um plano inadequado para o evangelismo? 1Co 14:40

Há uma série de erros que as igrejas podem cometer ao considerar seu envolvimento no testemunho e evangelismo. Elas podem definir os alvos, mas deixar de apresentar estratégias necessárias para alcançá-los. Podem tentar trabalhar com algumas estratégias sem fixar nenhum alvo definido, ou podem tentar fazer as duas coisas, mas sem considerar um processo de avaliação. Alvos e planos caminham lado a lado, mas os objetivos sempre vêm em primeiro lugar, para que sejam estabelecidos os planos que permitam alcançar tais objetivos. Além disso, é o processo de avaliação que ajuda a manter a igreja no caminho certo e mede o progresso em direção aos seus objetivos.

Cada igreja deve estar ciente do conceito de propriedade do objetivo. Os que estabelecem objetivos e estão envolvidos no planeamento estratégico são tipicamente os que aderem ao processo e seguem na mesma direção. É importante, portanto, que tantas pessoas quanto possível dêem alguma contribuição em cada fase do planeamento, a fim de que elas também tenham um senso de propriedade. Se isso não acontecer, muito provavelmente, os planos a longo prazo passarão a ser propriedade de alguns poucos escolhidos que lutarão para cumpri-los. Nesse caso, o sucesso é improvável.

4. Que certeza podemos ter em relação ao sucesso das nossas atividades de testemunho, evangelismo e muitas outras coisas? Que princípios e promessas Deus tem para nós diante desses desafios? Sl 37

Terça-feira
Trabalhando em equipa

É lógico pensar que havia momentos em que cada um dos discípulos compartilhava sua fé de pessoa para pessoa, mas, na maior parte do tempo, percebemos que eles compartilhavam o ministério com outros discípulos e eram apoiados por outros cristãos. Há algo especial em trabalhar de acordo com um plano global e receber apoio e incentivo de outras pessoas da equipe.

A Bíblia provê um modelo eficaz para evangelismo e testemunho, e não deve nos surpreender o fato de que, mesmo hoje, quando Deus levanta alguém para uma grande responsabilidade, Ele inspira uma equipe para se reunir em torno do líder.

5. Que lição simples podemos aprender com o fato de que Jesus tinha uma equipe de discípulos? Mt 10:2-4; Mc 3:16-19; Lc 6:12-16

Sem dúvida, os primeiros cristãos trabalhavam em grupos. Existe muito sentido nisso. Além do fato de que cada pessoa tem dons e talentos únicos e específicos que outros não têm, há também uma proteção no trabalho em equipe. Há um senso de responsabilidade: os outros estão observando você, podem guiá-lo e podem ajudá-lo a evitar uma direção que poderia levá-lo a uma tragédia. A maneira ideal de fazer evangelismo é ter uma equipe sólida de irmãos e irmãs fiéis, na qual cada um cuida do outro e todos têm um objetivo comum a alcançar.

6. Que elogios de Paulo indicam que os cristãos de seu tempo estavam envolvidos no testemunho e evangelismo em equipe? Fp 1:5-18

No início de sua carta aos Filipenses, Paulo fala de sua cooperação no evangelho (v. 5). Eles haviam defendido e confirmado o evangelho (v. 7) e tinham anunciado a Palavra de Deus sem medo (v. 14). Ele também compartilhou sua alegria porque a mensagem de Cristo era pregada continuamente (v. 15-18). Lembre-se, Paulo estava escrevendo para a igreja, não aos indivíduos. Claro, ela era formada por indivíduos que pregavam a Cristo, mas o fato de Paulo elogiar a igreja, revela que essa pregação evangelística era uma estratégia corporativa.

O desejo de testemunhar já expôs você a tentações que teriam sido evitadas se estivesse trabalhando em equipe? Por que é importante cultivar a atitude de humildade e responsabilidade se você planeja trabalhar em grupo?

Quarta-feira

Cada pessoa faz sua parte

Quando uma igreja unida está concentrada na tarefa evangelística diante dela, o Senhor abençoa seus esforços combinados. Cuidadoso estudo da Bíblia revela quanto do Novo Testamento foi escrito para mostrar aos cristãos como viver e trabalhar juntos e em harmonia. Passagens que trazem a expressão “uns aos outros” estão espalhadas abundantemente em suas páginas. Somos ordenados a amar uns aos outros (Jo 15:12), perdoar uns aos outros (Ef 4:32), e orar uns pelos outros (Tg 5:16), entre outra coisas. Além das passagens com a expressão “uns aos outros”, existem muitos textos bíblicos relacionados com a igreja corporativamente, com o trabalho que ela faz, e com seu crescimento.

7. Como o trabalho em equipe contribui para o crescimento e edificação da igreja? Ef 4:15, 16

Paulo nos diz que é da vontade de Deus que cresçamos em Jesus Cristo. Isso mostra que o corpo da igreja está em uma jornada espiritual e, até certo ponto, essa é a nossa própria caminhada espiritual. No entanto, o texto explica que o crescimento de cada indivíduo afetará o crescimento do corpo, tanto numericamente quanto espiritualmente.

À medida que os cristãos crescem em Cristo, acontece algo maravilhoso e sobrenatural. Por meio de suas contribuições pessoais, eles são “ajustados e unidos” à igreja como um todo. A máxima eficácia de qualquer igreja é alcançada quando cada membro faz sua parte. De acordo com Atos 1:12-14, o que os primeiros cristãos fizeram enquanto esperavam em Jerusalém o prometido Espírito Santo?

A resposta deve nos dizer muito sobre o que significava adoração coletiva. Na verdade, os primeiros cristãos só ficaram prontos para a tarefa de cumprir a comissão evangélica depois que o Espírito Santo foi derramado sobre eles. Esse grupo, totalizando cerca de cento e vinte pessoas, estava unido em oração e continuava em comunhão. Sem dúvida, era a promessa do Espírito Santo, feita por Jesus, que os unia e constantemente os aproximava em oração, enquanto esperavam o poder que os habilitaria a cumprir a ordem do Senhor. A igreja hoje deve fazer o mesmo.

Quanto tempo e esforço sua igreja, como um todo, dedica ao trabalho de alcançar pessoas, ao testemunho e evangelismo? Em contraste com isso, quanto tempo é dedicado a questões internas, desde a liturgia, formato da adoração, música, etc.? Comente com a classe.


Quinta-feira


A necessidade de unidade coletiva


Tem sido dito, e com razão, que um cristianismo que não começa com o indivíduo não começa de fato, mas um cristianismo que fica apenas com o indivíduo acaba morrendo. Essa declaração ressalta a importância da integração de cada novo cristão ao corpo de crentes. Como ocorre com o testemunho e evangelismo, também é verdade que a integração não pode ser tarefa apenas de certos indivíduos na comunidade. Integração é responsabilidade de toda a igreja.

8. Que objetivo específico deve ser alcançado na experiência cristã? O que a igreja deve fazer para cumprir esse propósito? Cl 1:28, 29

A maturidade cristã, o crescimento até a plenitude de Cristo (Ef 3:19), é o correto objetivo da congregação local. Trabalhar pela maturidade dos novos conversos é tão importante quanto trabalhar para levá-los a aceitar a Cristo e se unir à Sua Igreja. Na verdade, o trabalho de integração da igreja ajudará a garantir que seus esforços evangelísticos não se tornem perda de tempo. Geralmente, antes do começo de qualquer projeto de evangelismo e testemunho, há um tempo de preparação da igreja, quando focalizamos o transporte, cuidado das crianças, recepcionistas, equipes de oração e grupos de visitação. O apóstolo Paulo nos instruiria a focalizar a integração como outra parte importante dessa preparação. Considere a pergunta a seguir:

9. O que é mais importante perguntar, e por quê? Como os novos cristãos podem se envolver na vida da igreja e em seus programas? Como a igreja pode entrar na vida dos novos cristãos e ajudá-los a amadurecer? De que modo esses dois conceitos estão relacionados?

Muitas vezes vemos o trabalho de acompanhamento e integração como de responsabilidade de quem levou a pessoa a Jesus Cristo. Para constatar que esse não é o método bíblico, precisamos apenas entender que teria sido impossível para o apóstolo Paulo alimentar todos os que creram por intermédio de seu ministério. Acompanhamento não é apenas o trabalho de um ou dois líderes designados, mas é o trabalho de toda a igreja.

Muitas vezes lamentamos o fato de que os novos cristãos entram pela porta da frente e saem pela porta de trás logo em seguida. Essa é uma tragédia de consequências eternas.

Sexta-feira

Alvos realistas têm quatro características:
1. Acessíveis. As finanças desempenham um papel importante em muitas estratégias da igreja. Considere os custos com publicidade, transporte, materiais, correspondências, aluguel de espaço, alimentação, etc.
2. Realizáveis. Os alvos são atingíveis? Temos dinheiro, tempo, apoio, instalações e pessoal para alcançar os resultados? É melhor começar com um projeto pequeno e desenvolver um projeto maior, à medida que outros se unem à equipe, ao mesmo tempo em que é dado apoio a outras áreas importantes.
3. Sustentáveis. Se um ministério de evangelismo é bem-sucedido, vale a pena repeti-lo. Pode ser que seu ministério seja parte de uma estratégia permanente. Nesse caso, é preciso olhar para a frente, a fim de organizar o que for necessário para sustentar esse ministério.
4. Sujeitos à avaliação. Tenha certeza de que são avaliados continuamente todos os aspectos do ministério, equipe, finanças, treinamento, resultados, etc. Devem ser estabelecidos e respeitados períodos de avaliação definidos e regulares. Examine a forma pela qual esse empreendimento contribuiu para o evangelismo geral da igreja.


Perguntas para reflexão

1. Por que as igrejas muito ocupadas com lutas internas raramente se envolvem na obra de alcançar pessoas? Como o esforço para alcançar os perdidos poderia unificar uma igreja?
2. “Ao trabalhar em lugares em que já se encontram alguns na fé, no começo o pastor não deve buscar tanto converter os incrédulos quanto treinar os membros da igreja para prestarem cooperação proveitosa” (Ellen G. White, Obreiros Evangélicos, p. 196 http://www.cpb.com.br/produto-89-obreiros+evangelicos+encadernado.html). Quantos membros de sua igreja têm pelo menos uma ideia de como trabalhar pelas pessoas? Se não são muitos, como essa situação pode ser melhorada?


Respostas sugestivas: 1. Mais resultados e progresso; apoio mútuo; calor humano; proteção e resistência; evangelizar em grupo aumenta as chances de vitória. 2. Hospedagem dos missionários; cuidados com a saúde; provisão de alimentos; acolhimento. 3. Ordem e decência; planeamento e qualidade trazem mais êxito ao evangelismo; sem um plano adequado a igreja acaba regredindo. 4. Agradar-se do Senhor; confiar nEle; fazer nossa parte e o mais Ele fará; satisfará desejos dos justos; eles serão uma bênção. 5. Jesus escolheu, em oração, um grupo para participar de Sua obra e anunciar a salvação; diferentes talentos; necessidades específicas. 6. Eles estavam cooperando constantemente no evangelho; eram participantes da graça ao lado de Paulo. 7. O amor de Cristo faz com que as partes do corpo se ajustem umas às outras; pela cooperação dos membros, o corpo cresce. 8. Perfeição em Cristo; anunciar, advertir, ensinar na sabedoria do evangelho, se afadigar e se esforçar, segundo a eficácia de Cristo. 9. Como a igreja pode entrar na vida dos... cristãos...? Relação: a igreja integra as pessoas, as quais são motivadas a alcançar outras.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Movimento Leigo – Motivação Genuína


Motivação é o ímpeto que leva o ser humano ao movimento. [i] É aquela força interna que o faz fazer o que ele faz. [ii] É uma mescla entre razão e emoção que se concentram para alcançar algo.
Quem conhece os motivos do coração humano? Parece que numa quantidade considerável das vezes, nem nós mesmos sabemos o que nos move. (cf. Jr. 17:9)

As nossas escolhas são fortemente influenciadas pelo nosso sistema de valores e maneira como vemos o mundo – a nossa mundivisão. [iii] Aquilo que vamos elegendo como sendo mais importante, é o que mais vai nos motivar. Exemplo: se um jovem finalmente conseguiu comprar aquele carro dos sonhos, aquele que ele sempre quis, é bem provável que polir o carro, repará-lo, instalar os acessórios desejados, colocá-lo na conformação sonhada será a sua maior motivação. Essa é paixão do seu coração, e é ali que ele vai colocar todo o empenho, finanças e tempo – naquilo que em seu sistema de valores (emocional ou racional) ele elegeu como sendo mais importante. Se no momento em que ele estiver cuidando do seu carro alguém o convidar para ir à igreja, ele provavelmente vai preferir ficar cuidando do carro.

Sistema de valores baseado nas emoções X sistema de valores baseado em escolhas racionais
A maior parte da população faz escolhas construídas nos seus gostos pessoais ou nas emoções do momento. [iv] As consequências geralmente são catastróficas. No calor da paixão, no impulso movido pelos gostos pessoais, não se faz boas decisões – a motivação não foi analizada pela razão. Não houve tempo de se avaliar as consequências e o efeito que esta escolha terá sobre quem a faz ou sobre pessoas que serão afetadas por essa escolha.

Os valores construídos sobre emoções, são valores mais vacilantes e menos duradouros.[v]

Por outro lado, os valores construídos sobre convicções racionais que surgiram do estudo da Bíblia, fortalecidos pela oração e consolidados pelo estudo do Espírito de Profecia, são robustos e movimentam a vida fundamentados em princípios inspirados.[vi] Esse sistema de valores procedente da Palavra, fornece uma motivação individual consistente, duradoura.

Quando a pessoa está diante da escolha de se deixar motivar por apelos superficiais emocionais, ou ser fiel à uma convicção adquirida na Palavra ela já não titubeia mais. Ela sabe onde está a verdadeira motivação, a motivação mais consistente e que trará resultados mais equilibrados e duradouros.

Liberdade e motivação
O ambiente necessário para a motivação é a liberdade completa de escolha. As pessoas são diferentes e cada uma se motiva com aquilo que assentou no seu coração.

Impor motivos, manipular a mente ou a emoção de uma pessoa faz com que ela desconfie da genuinidade de sua motivação. Ela percebe que a motivação não nasceu naquele local sagrado dentro coração que ninguém tem o direito de tocar ou manipular.

Se eu forçar uma pessoa a fazer algo, apenas pelo fato de eu querer que essa pessoa faça o que eu quero, ela não o fará genuinamente. Não estará presente aquela alegria interior, aquela força motivadora emocional e/ou racional.

Líderes que entendem a natureza humana e precisam de cooperação de um grupo, gastam tempo preparando aquele grupo, explicando o que deve ser feito, por que deve ser feito e qual a parte que cada um deve exercer para alcançar o todo. O líder verdadeiro pede licença para abordar aquele território sagrado dentro do coração humano, onde cada um tem o direito de exercer o livre-arbítrio. Ele apela para a inteligência, para o bom senso das pessoas e para o sistema de valores compartilhado por aquele grupo.

Antes de agir, o grupo liderado precisa ter uma percepção de mundo comum compreendido e aceito por todos. Quando não existe um sistema de valores comuns e nem uma percepção de mundo semelhante, não vai haver motivação do grupo. A comunicação fica prejudicada por que os códigos utilizados não foram “ensaiados” na “iniciação” e consequentemente são comuns a todos – a linguagem não confere.

Quando esses elementos estão acertados, uma compreensão mais ampla da natureza humana surge dos estudos apresentados por Edward Deci, em seu livro “Por que Fazemos o que Fazemos”. Ele apresenta duas maneiras pelas quais o ser humano pode ser motivado: “de fora para dentro” ou “de dentro para fora”.

Motivação extrínseca [vii] (de fora para dentro)

É quando o elemento motivador está fora da atividade. O líder usa aditivos motivadores que não fazem parte diretamente daquilo que se quer fazer.

Aqui está se falando principalmente de elementos apresentados antes da atividade, do projeto em si começar.

Existem os estímulos externos positivos: as recompensas e os estímulos externos negativos: as ameaças. Promessas de recompensas ou ameaças são feitas que não têm nada a ver com o empreendimento em si.

Exemplo 1: um prémio é oferecido – uma bicicleta – para quem ler a Bíblia toda até o final do ano. O que será que uma bicicleta tem a ver com o fato da pessoa ler a Bíblia?

Exemplo 2: se você não ler a Bíblia você será colocado de castigo por uma semana. Será que essa ameaça vai fazer com que a pessoa leia a Bíblia?

É compreensão dos especialista que as pessoas são motivadas por recompensas ou ameaças. Como é o caminho mais curto, muitos líderes fazem uso desse expediente. Esses “motivadores extrínsecos” apelam geralmente para emoções superficiais ou para valores menos nobres e consequentemente têm duração limitada.

Experiências científicas mostram que no momento em que o estímulo externo é retirado – quer seja a recompensa ou a ameaça – a pessoa cessa a atividade.

A utilização excessiva desse tipo de motivação avilta o empenho e interesseiros surgem – pessoas que não estão interessados na atividade em si, mas na recompensa que terão ao fazê-la.

Quando se trabalha com voluntários, essa é a pior maneira de envolver as pessoas em uma atividade, projeto ou ministério. As pessoas ficam confusas e os motivosincertos. Há desconfiança dos motivos de quem solicita a participação e inevitavelmente, mesmo que subliminarmente, surge uma confusão nos motivos de quem deve participar.

Há estímulos externos à atividade, no entanto, que são genuínos:

- pequenos presentes de reconhecimento não anunciados previamente

- palavras de reconhecimento pela atividade já realizada

Esses estímulos, quando intencionados para serem genuínos, não podem ser anunciados, são expontâneos, não subornantes, ocorrem mediante a tarefa já realizada, e demonstram reconhecimento e apreciação pela dedicação à tarefa em si.

Motivação intrínseca[viii] (de dentro para fora)

É quando o elemento motivador está na própria atividade. O líder prepara e organiza a atividade de tal maneira que a atividade, projeto ou ministério seja interessante. Há diferentes grupos de pessoas e cada grupo de pessoas é motivado por razões diferentes.

Exemplo 1: Um grupo de pais quer fazer um parque de brinquedos para os filhos dentro do condomínio onde moram. O líder inteligente sabe que existem pais que participarão para a) terminar logo e ter o parque, outros para b) terem o prazer de fazer algo em grupo – apreciam o senso de comunidade, outros ainda participarão c) com uma parte do processo – não querem se envolver no projeto todo, mas em tarefas específicas e outros d) gostam de participar no planeamento, muito mais do que na execução. Muitas vezes não importa a atividade ou projeto, as pessoas querem se envolver da maneira como apreciam mais fazê-lo.

Exemplo 2: Se pessoas não estão mais lendo a Bíblia, e todos os estímulos extrínsecos não funcionam, pode ser que haja necessidade do grupo entender por que fazer aquilo, e envolvê-los em dinâmicas que fazem sentido para as diferentes pessoas. Há pessoas que querem ler a Bíblia, mas gostariam de fazê-lo em grupo para discutir – o senso de comunidade é o estímulo. Outras gostariam de fazê-lo se entendessem uma maneira de fazê-lo em tempo “X” – fator de estímulo é o tempo limitado para conseguir cumprir com a tarefa. Outras ainda prefeririam estudar a Bíblia com a finalidade de aprofundar-se, de esgotar o sentido mais profunda das Escrituras – motivação: qualidade e profundidade.

Como conseguir a motivação intrínseca?

Há três elementos que compõe a motivação intrínseca, quer dizer para fazer a atividade pela própria atividade. Os estudiosos descobriram quando pessoas tem um senso de respeito por sua autonomia, por sua criatividade individual e são levados a prestar contas[ix] dentro de um espírito de comunidade não de cobrança, as pessoas não apenas irão fazer aquilo que um líder determinar, mas terão a capacidade e a vontade de tomar iniciativas por si e achar soluções para problemas e situações que de outra maneira não surgiriam.

Organizar atividades que tenham a motivação embutida na própria atividade são a sabedoria da motivação.[x]Exemplo: Um grupo de pessoas que se relacionam bem, descobrem seus dons, estudam como podem utilizá-los de uma maneira que um complemente o outro, toma a iniciativa de servir a comunidade ao redor da igreja. Enquanto eles puderem desfrutar de sua autonomia de o que fazer (direito de fazer sem interferências externas), puderem usar a sua criatividade de como fazer e forem envolvidos no companheirismo da igreja prestando contas de suas atividades para a coletividade de crentes, eles irão estar motivados com a própria atividade.

Se ainda por cima, obtiverem reconhecimento equilibrado (reconhecimento que não roube da atividade o elemento motivador) e apoio da coletividade de crentes, o ministério, projeto ou atividade funcionará com crescente alegria e satisfação.

Elementos que geram confusão

Competição:

Competição não é motivadora, pois compara uma pessoa com a outra e transporta para fora da pessoa o elemento motivador. Não é mais a atividade que estimula, mas o fato de querer ser melhor que outra pessoa.

Quando vamos fazer algum tipo de comparação, devemos fazê-lo internamente, isto é, a pessoa consigo mesma.Exemplo: hoje você fez melhor do que ontem. Vamos melhorar ainda mais para amanhã?

Motivação e relacionamento:

Creio pessoalmente que estamos tentando, desesperadamente nos despedir de uma compreensão mecânica, uniformista do ser humano. Na no ser humano é uniforme, nada que o envolve é uniforme. Não existe nada igual! Não funcionamos como máquinas! Compreendendo que somos seres relacionais, cada um com a sua maneira de ser, cada um com a sua história, suas feridas e alegrias na vida, uma abordagem mais sábia será dada ao assunto motivação.

O maior estímulo interno pelo qual as pessoas fazem o que fazem, é o amor. Não fazemos as coisas tanto pelas próprias coisas, fazemos o que fazemos por alguém. Entender o aspecto relacional como elemento motivador é sabedoria a ser adquirida.

Esse alguém precisa conquistar o respeito, o amor daqueles que quer motivar e eles o farão por amor ao líder. Talvez seja esse o mais genuíno motivo de se fazer algo. O livre arbítrio e o exercício do amor são os dois maiores elementos de motivação.

Função ou Dom?

Para o trabalho assalariado uma função pode estimular a iniciativa e trazer motivação. No entanto é um estímulo externo à atividade e por conseguinte não trará motivação duradoura, pelo contrário, depois de conseguir aquela função, a pessoa vai galgar outros cargos. Especialistas descobriram que mesmo pessoas que recebem salário, são mais motivadas quando elas são colocadas em funções mais adequadas à sua vocação e quando é dado espaço para aautonomia, a criatividade pessoal e a prestação de contas em espírito comunitário (espírito de equipe).

Voluntários principalmente são estimulados ao comprometimento com projetos, atividades e/ou ministérios quando existe estímulos intrínsecos, como descrito acima.

Conclusão

Como líderes somos chamados a suplicar a Deus a capacidade de estudar a natureza humana a ponto de que saibamos o que de fato motiva, as atividades que trarão a motivação intrínseca, dando plena liberdade para que cada um faça aquilo que ela se sentir chamado e isso com ordem e decência.

Como fazer com que as atividades da igreja, contemplem a coletividade? Como levar uma coletividade a fazer uma tarefa, sendo que cada um tem um desejo diferente do outro? Que tipo de atividades desenvolver para que uma coletividade se sinta livremente envolvida e estimulada a fazer o que precisa ser feito?

Líderes são chamados a achar soluções para que a coletividade de uma igreja seja estimulada a levar a causa de Deus avante. Aqui algumas dicas que poderão contribuir na prática de descobrir dons e talentos nas pessoas, envolvê-las em ministérios, projetos e atividades, desenvolver comprometimento com o todo e trazer vigor e crescimento para a igreja.

- O diálogo construtivo é um elemento fundamental nesse assunto. Me preocupo quando uma igreja é absorvida com preconceitos, tradicionalismos vazios e formas fixas. Me preocupo com uma igreja que não conversa mais sobre os assuntos que a apertam. Me preocupo com uma igreja que por medo de ver o que não gostaria, evita tematizar aquilo que aflige a todos.

- Ministérios organizados conforme os dons dos membros[xi] é outra ferramenta poderosa para despertar motivação na igreja local. Quando cada discípulo de Cristo entende como Deus quer utilizar a sua vida, qual é o plano de Deus em sua vida, e pode – tem o direito – de usar a sua vida sob a direção do Espírito de Deus, uma alegria renovada surge.

- Uma visão clara para a igreja local une os membros, dá foco para os ministérios e atividades. Os ministérios segundo dons tendem a ser dispersos em suas atividades, isto é, cada um puxa numa direção e cuida de seu ministério. Uma visão clara, construída por meio do diálogo construtivo dentro da igreja, e um planejamento que auxilie a igreja a dar, passo a passo, cumprimento à visão, leva cada ministério a contribuir para um todo combinado (cf. Mt. 18:19).

- Quando existe um sistema de apoio, assalariados e voluntários são muito mais estimulados ao comprometimento com o todo, muito mais do que quando deixados a trabalhar de maneira solitária.
--------------------------------------------------------------------------------
[i] Rudolph, Udo. Motivatiospsychologie. Weinheim: Belz, 2003.

[ii] Deci, Edward. Por que Fazemos o que Fazemos. São Paulo: SP, 2002.

[iii] Bauer, Bruce. Spirituality. Anotações de Aula, UAP, 2011.

[iv] Reeve, J. Marshall. Motivação e Emoção. Rio de janeiro: RJ, 2006.

[v] Ibid.

[vi] Ver http://discipulado.numci.org e http://espiritualidade.numci.org.

[vii] Deci, Ibid.

[viii] Ibid.

[ix] Ibid.

[x] Heckhausen, Jutta & Heins. Motivation and Action. Cambridge University Press, 2008.

[xi] Ver http://discipulado.numci.org.br.

domingo, 6 de maio de 2012

Evangelismo Pessoal e Testemunho

Sábado à tardeVERSO PARA MEMORIZAR: “‘Vocês são Minhas testemunhas’, declara o Senhor, ‘e Meu servo, a quem escolhi’” (Is 43:10, NVI).

Leituras da semana: At 4:13, 14; Jo 1:37-50; Sl 139; 1Pe 3:1-15; Jo 4:37, 38

Pensamento-chave: Os que têm a alegria da certeza da salvação desejarão levar outros a experimentar o mesmo.

Embora muitas pessoas ouçam a boa notícia acerca de Jesus através das atividades evangelísticas e testemunho corporativo de uma igreja, a influência individual contribui significativamente para o sucesso do programa evangelístico da igreja. Nas últimas décadas, pesquisas têm mostrado que amigos, parentes, vizinhos ou conhecidos (todos sob o poder do Espírito Santo), foram os fatores mais influentes para levar pessoas a entregar o coração a Cristo. Um estudo mostrou que até 83% dos novos membros pesquisados declararam que os amigos, parentes e conhecidos, que eram membros da igreja, tiveram influência significativa na conversão deles. Entre os que participaram de alguma forma de reuniões evangelísticas públicas antes de assumir um compromisso com a igreja, 64% foram convidados por alguém de seu círculo de pessoas próximas.

Nesta semana, consideraremos alguns exemplos bíblicos de redes de relacionamentos sociais, nossa conexão com Jesus e influência pessoal sobre as pessoas próximas a nós.


Domingo


Meu Deus e eu
Nosso relacionamento pessoal com Jesus influenciará diretamente o sucesso do nosso testemunho em Seu favor. É muito fácil aprender algumas fórmulas de testemunho e evangelismo e tentar promover o trabalho em nossa suposta sabedoria e força. Ainda que Deus possa abençoar nossos esforços, devemos sempre nos lembrar de que a Obra é dEle, e só podemos realizá-la por meio de Seu poder. Queremos apenas transmitir conhecimento (por mais importante que seja o conhecimento), ou desejamos incentivar um relacionamento espiritual vital? E como podemos transmitir aos outros o que não temos por nós mesmos?

Claro, sempre há exemplos de pessoas que, por mais fracas na fé, por mais perto que estejam de vacilar à beira da apostasia e desânimo, ainda são usadas por Deus para levar outros a Jesus. Alguns anos atrás, em uma grande cidade, uma jovem senhora, tendo se filiado à Igreja Adventista do Sétimo Dia, trabalhava incansavelmente para alcançar seu irmão. Anos depois, o irmão foi batizado. Um mês depois, sua irmã abandonou a fé e até hoje continua desprezando a fé. Embora casos como esse aconteçam, o fato é que, quanto mais forte for nossa conexão com Jesus, mais poderosas testemunhas seremos.

1. Que relacionamento Pedro e João tinham com Jesus e o que essa conexão os capacitou a realizar? O que significa o fato de que os membros do Sinédrio “reconheceram que eles haviam estado com Jesus”? Como deve ser a pessoa que tem “estado com Jesus”? At 4:13, 14

A lição é bastante clara. Quando pensamos em nosso campo missionário pessoal, quando avaliamos a maturidade do grão e a necessidade urgente de trabalhadores, precisamos permitir que o Senhor nos atraia para um relacionamento íntimo e poderoso com Ele, uma relação que nos dará o poder que, de outra forma, não teríamos.

Como é sua relação pessoal com o Senhor? Como sua simples presença, sua fala, seus atos, sua maneira de tratar as pessoas, revelam seu relacionamento com Deus? Seja tão honesto com você mesmo quanto possível, ainda que isso seja doloroso.


Segunda-feira

Meu campo missionário pessoal
Quando Jesus olhou para as multidões, Ele Se compadeceu delas (Mt 9:36). Às vezes podemos pensar que Jesus viu simplesmente a multidão, mas, na realidade, Ele viu cada indivíduo que compunha a multidão. Da mesma forma, devemos perceber os indivíduos nas multidões entre as quais andamos e convivemos. Nossa igreja pode ter consciência dos indivíduos no meio da multidão unicamente quando interagimos individualmente com os que estão em nossa esfera de influência.

Aqueles com quem interagimos pessoalmente em vários níveis de intimidade são, na realidade, nosso campo missionário pessoal. A partir de nossas relações familiares mais íntimas podemos avançar na direção de outros parentes, amigos e conhecidos. Ocasionalmente, outros podem entrar e sair rapidamente da nossa esfera de influência e, por um breve tempo, se tornar parte de nosso campo missionário pessoal.

2. Antes de falar com qualquer pessoa sobre o Messias que havia encontrado, com quem André falou? Por quê? Job 1:37-42

André havia sido um discípulo de João Batista, e como o ministério de João devia preparar o caminho para Jesus, é compreensível que alguns discípulos de João passassem a seguir Jesus. André ficou tão entusiasmado depois da conversa com Jesus que procurou imediatamente a pessoa mais próxima a ele – o irmão com quem havia passado longas noites de pesca na Galileia.

3. Como as relações interpessoais podem encaminhar pessoas para Jesus? De que forma Filipe respondeu ao ceticismo de Natanael? Que lições podemos tirar dessa história para entender como funciona o testemunho pessoal? Jo 1:43-50

O primeiro movimento para seguir Jesus parece ter ganho impulso através de redes de relacionamentos sociais nas regiões de Cafarnaum e Betsaida. Note que Filipe não argumentou quando Natanael duvidou de que o Messias viria de uma pequena e insignificante aldeia rural. Ele apenas apresentou um simples convite: “Venha e veja”.

Você pode fazer um pouco mais no testemunho aos seus vizinhos? Quanta abnegação será necessária de sua parte para que você seja uma testemunha melhor?
Terça-feira
Meu potencial pessoal
Quando nossos líderes de ministério pessoal chamam voluntários para que se envolvam no testemunho e evangelismo, muitas vezes pensamos que várias pessoas estão mais qualificadas e têm mais talentos do que nós. Outros parecem mais confiantes e capazes. No entanto, a Bíblia nos revela que Deus não está necessariamente procurando os mais qualificados, e sim, os que estão dispostos a ser usados, sejam quais forem seus dons e talentos. Um bom exemplo disso foi o chamado de Deus a Moisés para libertar Seu povo da escravidão egípcia. Moisés podia ver muitas razões pelas quais outra pessoa poderia estar mais qualificada para fazer o que Deus havia planejado (Êx 3:11; 4:10). Moisés pensava que tinha boas razões para não fazer o que o Senhor lhe havia pedido.

Em resposta ao chamado à ação evangelística, muitos cristãos modernos ecoam algumas das preocupações de Moisés: “Quem sou eu para ser considerado para essa tarefa?”; “E se as pessoas me fizerem algumas perguntas difíceis?”; “Eu não sou um orador suficientemente bom.”

Podemos sorrir de Moisés, porque ele pensava que Deus precisava reconsiderar Sua estratégia de recrutamento de pessoal, mas Deus conhecia o potencial de Moisés e, apesar de seus temores e preocupações pessoais, ele era a pessoa certa para essa tarefa especial.

O chamado de Deus para Moisés liderar o povo nos convence de que Ele nos conhece infinitamente melhor do que nós mesmos. Deus não focaliza nosso desempenho passado, mas nosso potencial pessoal. Cada cristão tem um potencial tremendo para contribuir com a obra do Senhor.

Por outro lado, devemos nos resguardar para não correr de modo presunçoso à frente do Senhor. Embora seja verdade que devemos examinar frequentemente nosso coração para avaliar onde estamos espiritualmente, precisamos também entender que o coração humano pode ser tendencioso com a autoavaliação. Por isso, é bom pedir que Deus nos examine e mostre nossa verdadeira condição, porque ela influencia nosso potencial.

4. Por que Davi pediu que Deus sondasse seu coração? Que lições aprendemos com esse texto, para nosso testemunho e também para nossa vida? Que conforto, esperança e encorajamento Deus tem para nós? Além disso, o que o Salmo 139 diz sobre as mudanças que precisamos fazer na nossa maneira de viver?

Quarta-feiraO testemunho de uma vida justa
As ações realmente falam mais alto que palavras? Sim, isso ocorre em grande medida. Por isso, é verdade que, embora uma mensagem possa ser dada por meio de ações sem palavras, mensagem igualmente forte pode ser dada através de palavras sem ações. Mas a mensagem se torna muito mais poderosa quando integra ações e palavras. Alguém alegar que ama a Deus e agir como se não O amasse é hipocrisia, o pior testemunho que pode ser dado quando não há acordo entre profissão e ação.

Coerência fala alto. Embora sua família e amigos possam não estar ouvindo o que você diz, eles o observam para ver se suas palavras estão em harmonia com o que você faz e com sua maneira de viver.

5. O cristão tem potencial para levar os incrédulos a Cristo? De que forma somos orientados a viver? Que poder acompanharia nosso testemunho se vivêssemos assim? De que modo o relacionamento com Cristo afeta nosso testemunho? 1Pe 3:1-15; Mt 5:16

Podemos imaginar o conflito que poderia surgir quando uma mulher pagã aceitasse Jesus como seu Salvador enquanto o marido permanecesse no paganismo. Sua responsabilidade pela salvação dele poderia levá-la a apresentar um espírito crítico e irritante, na medida em que o considerasse parte de seu campo missionário pessoal. Por outro lado, como Pedro sugere, ela poderia ser fiel a Deus, esperar e orar para que sua vida piedosa ganhasse o marido descrente para o Mestre. Em outras palavras, ela poderia permitir que as ações de sua vida diária fossem um testemunho constante e poderoso.

Quando deixamos que a luz de Deus brilhe em nós, reunimos todas as possibilidades de ajudar a conduzir os perdidos para o reino. Os que nos rodeiam não devem apenas ouvir boas palavras, mas devem também ver boas obras, porque assim eles verão o poder de Deus operando através de nós, e o Espírito os levará a reconhecer a realidade e o benefício da presença de Deus na vida. As pessoas devem ser convencidas de que o cristianismo não é apenas um título que reivindicamos, mas também um relacionamento que desfrutamos e que nos capacita. Usar exemplos é um importante método de ensino e, querendo ou não, os cristãos são exemplos. Testemunhamos mais pelo que fazemos e pelo que somos do que por aquilo que dizemos ou professamos crer. Se esse é um pensamento assustador, há razões para isso, não é mesmo?

Quinta-feira
Contribuição parcial para o programa total
Nesta semana consideramos nosso campo missionário pessoal e nosso potencial para testemunho e evangelismo. Também é importante compreender a verdade de que, visto que a igreja é constituída por todos os membros, o esforço de cada um contribui para o evangelismo global da igreja. Você sabe quais são as estratégias que sua igreja utiliza para levar as pessoas a Jesus? Você é capaz de convidar pessoas de seu campo missionário pessoal para participar de programas e atividades da igreja? Por outro lado, os líderes de evangelismo de sua igreja sabem o que você está fazendo em seu campo missionário pessoal? Eles podem apoiá-lo através da oração e com recursos específicos.

6. Que encorajamento encontramos no fato de que, na obra de evangelismo, uma pessoa semeia e outra colhe os frutos? O que significa isso? Essa verdade já se cumpriu em sua experiência? Job 4:37, 38

É muito provável que nessa ocasião Jesus estivesse se referindo à semente do evangelho plantada por Ele mesmo, por João Batista, e pela mulher samaritana. Os discípulos estavam colhendo onde outros tinham semeado, e de fato havia chegado o tempo em que semeadores e ceifeiros se alegravam juntos.

Quando Jesus disse que “Um semeia, e outro colhe” (NVI), Ele não estava dizendo que individualmente somos apenas semeadores ou ceifeiros. Embora nossas igrejas provavelmente tenham enfatizado mais os ceifeiros, é verdade que, se não houvesse semeadores, os ceifeiros esperariam em vão pela colheita. Todos nós somos chamados a semear e a colher, e no cenário de toda igreja local, há muitas combinações das atividades de semeadura e colheita. Pode ser que aquilo que semeamos no campo missionário seja colhido em um processo corporativo de colheita da igreja. Também pode ser que a semente que outros semearam seja colhida por nós quando algumas pessoas entrarem em nosso campo missionário pessoal.

Ao considerarmos como cada indivíduo contribui para o todo (1Co 12:12-27), a agricultura nos lembra de que, mesmo antes que a semente seja semeada, alguém limpou o solo e lavrou a terra.

Evidentemente, semeadura e colheita são partes de um processo que continua depois que a pessoa se uniu ao corpo da igreja. A colheita não deve ser deixada no campo, mas ajuntada no celeiro.

Como você pode se envolver mais no processo de semeadura e colheita em sua igreja? Existem benefícios para sua própria fé quando você trabalha em favor da salvação dos outros?


Sexta-feira

Estudo adicional

Ainda que não neguemos a importância do conhecimento bíblico e dos procedimentos comprovados de testemunho e evangelismo, devemos ter cuidado para não negligenciar a ênfase na preparação espiritual. O ingrediente essencial para o crescimento espiritual é o Espírito Santo, e, para experimentar o poder do Espírito Santo, devemos permitir que Ele entre em nossa vida.

Quando os cristãos começam a servir seu Deus, se tornam mais conscientes das necessidades espirituais pessoais. Quando solicitam e recebem a presença do Espírito Santo, em plenitude, são capacitados para um ministério contínuo.

A chave é uma entrega constante de nossa vontade a Deus, a disposição diária de morrer para o eu, a contemplação contínua da graça de Cristo e a lembrança incessante do que recebemos em Cristo e do que Ele nos pede em resposta a esse dom.

Perguntas para reflexão
1. Ellen G. White escreveu esta declaração desafiadora: “Nosso êxito não dependerá tanto do saber e realizações, como da habilidade em chegar ao coração das pessoas” (Obreiros Evangélicos, p. 193). Que ponto importante ela está apresentando? Quantas vezes vemos pessoas rejeitando a poderosa e convincente evidência de nossa mensagem? Muitas vezes a doutrina, não importando se ela é bíblica, lógica, edificante e sensata, não terá impacto sobre a pessoa com o coração fechado. Como chegar ao coração? Neste contexto, quanto mais importante é viver o que professamos, em vez de apenas falar sobre o que acreditamos?
2. Pense na seguinte declaração: “Os últimos raios da luz misericordiosa, a última mensagem de graça a ser dada ao mundo, é uma revelação do caráter do amor divino. Os filhos de Deus devem manifestar Sua glória. Revelarão em sua vida e caráter o que a graça de Deus por eles tem feito” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 415, 416). Como podemos “manifestar Sua glória” em nossa prática diária? Quantas vezes nas últimas 24 horas você manifestou a glória de Deus em sua vida? Que tipo de testemunho de sua fé seu estilo de vida revela? Como sua igreja pode “manifestar a glória do Senhor”?

Respostas sugestivas: 1. A amizade com Jesus transformou sua vida; realizaram milagres; suas obras eram um sinal de que eles haviam estado com Jesus. 2. Com seu irmão Pedro; por causa dos laços afetivos que poderiam levar seu irmão a ouvir e aceitar Jesus. 3. Jesus chamou Filipe, que era da cidade de André; Filipe chamou Natanael, que duvidou, mas se encontrou com Jesus e passou a crer. 4. Queria conhecer os próprios erros; precisamos ser avaliados, para descobrir o que atrapalha nosso testemunho; Deus quer nos guiar. 5. Sim; devemos ser honestos, mansos e amorosos; isso converteria a muitos; ter Cristo como Senhor nos prepara para testemunhar. 6. Deus usa outras pessoas para completar nosso trabalho; Deus nos usa para completar o trabalho dos outros, tudo para Sua glória.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Conheça a Área Onde Está Implantada a s/ Igreja

Toda igreja para ser relevante precisa entender o ambiente onde está inserida.

Há um potencial para ser explorado em cada comunidade, portas abertas e brechas por onde entrar.  Se você organizar a sua igreja por ministérios de acordo com os dons dados pelo Espírito Santo, surgirão pessoas dispostas a servir (veja: Como Organizar os Ministérios de acordo com os Dons de cada membro – Clique AQUI). Mas onde servir? O que é necessário, onde estão abertas as portas?

É pelo levantamento da realidade que cerca a sua igreja, que se descobre o que fazer, o que os moradores daquela comunidade de fato precisam e como levar isso a ser útil na pregação do evangelho.

Descubra quem são os líderes formadores de opinião em sua comunidade, descubra quais as necessidades que mais assolam a comunidade? Há alguém já suprindo esta necessidade? Prefeitura? Alguma associação de moradores? Em que área é mais fácil entrar em contato com as pessoas e conquistar-lhes a confiança com maior eficácia?
Converse com o taxista, com o padeiro, com o frentista do posto e a enfermeira no posto de saúde. Veja o que está escrito no jornalzinho do bairro ou município, descubra o que está acontecendo para além das portas da igreja e ache com criatividade uma maneira de servir as pessoas em sofrimento e necessidade.
Veja como Cristo fazia: “Unicamente os métodos de Cristo trarão verdadeiro êxito no aproximar-se do povo. O Salvador misturava-Se com os homens como uma pessoas que lhes desejava o bem. Manifestava simpatia por eles, ministrava-lhes às necessidades e granjeava-lhes a confiança. Ordenava, então: “Segue-Me.” CBV, 143.
Mas Jesus andava no meio do povo para sentir o que o povo sentia e agir ali onde o povo estava mais precisando. A igreja como representante de Jesus aqui na terra deveria fazer assim também.

Apenas depois de conquistar a confiança é que Ele pedia para que as pessoas O seguissem.

Ao lado você tem uma escala que ajuda você a descobrir, depois que você conquistou a confiança das pessoas, em que patamar que ela está no conhecimento do Mestre Jesus.

A abordagem é diferente se a pessoa já passou pelo batismo e já fez decisões por Cristo (mesmo que sejam biblicamente erradas) do que se ela estivesse no nível -5.

A simplificação exagerada das coisas nos leva a sair dando lições da Bíblia para quem nem está preparado para tal.

Muitas vezes fechamos portas ao irmos com sede demais ao pote, e outras vezes deixamos de aproveitar quando as portas estão escancaradas. Veja outra escala para ajudar o levantamento da área:

Como Implantar o Ministério de Dons na Igreja


Estratégia para Implantar Ministérios orientados por Dons em sua igreja
Da observação e experiência pessoal deduzo:
1)   Série de sermões sobre dons e seus efeitos sobre o amadurecimento do crente. Criar a expectativa de cada membro descobrir os seus dom(ns). Em breve faremos sugestões sobre o conteúdo que esses sermões devem abordar.
2)   Marcar o dia da aplicação do teste de dons. Baixe AQUI o teste completo. (Esse teste foi elaborado com base nos melhores testes de dons existentes. A compreensão de cada teste, bem como as perguntas que levam a detectá-los foram ajustados aos melhores textos bíblicos, bem como uma compreensão mais ampla da Bíblia e de sua percepção dos dons).
3)   Preparação de uma equipe de apoio, que estará à disposição da igreja nos corredores enquanto os membros preenchem seu teste. Esta equipe precisará ter feito o teste antecipadamente para que entendam todas as implicações e detalhes de cada pergunta e de como fazer os cálculos finais e definir a classificação dos dons.

4)   No dia marcado, escola sabatina encurtada, UMA CURTA MEDITAÇÃO com o foco nos dons e pelo menos 1 hora para a igreja preencher o formulário. Enquanto o teste está sendo aplicado pela igreja – faça propaganda dos seminários e treinamentos para cada dom.
5)   Ao terminar a aplicação do teste anunciar mais uma vez os dias e locais dos encontros com cada grupo de dons. Você pode unir os que têm o dom de evangelismo, missionário e apostolado. Os que têm o dom do ensino e conhecimento, etc. Agrupe-os por afinidade. Estes seminários de capacitação precisam estar antecipadamente preparados, para que sejam aplicados o quanto antes depois do teste.
6)   Aplicar os seminários. É um tempo de muito trabalho e de muita leitura e preparo pessoal. Se puder convidar especialista(s) na área que fale(m) a mesma linguagem do plano que está em andamento. Nesta época parece não fazer ainda muito sentido, persista no treinamento. Mesmo que a igreja não reaja imediatamente, saiba que implantar mudanças dessa natureza e amplitude, requer persistência e muita oração.
7)   Providenciar estágio prático. Numa sequência de treinamento as pessoas estão abertas a aprender como fazer as coisas na prática. Se houver possibilidade de fazer um fim de semana de serviços para a comunidade, em que cada dom possa ser praticado, seria o melhor.
8)   Estímulo à formação de grupos de estudo e trabalho – não controle muito, não direcione demais, não imponha a sua vontade, não utilize os meios legais da igreja (comissão) para aprovar ou reprovar neste momento. Deixe que espontaneamente surjam o entusiasmo e a alegria de servir e se sentir chamado por Deus. Quando o elemento humano se faz muito presente neste momento, a genuinidade da ação e do chamado de Deus é obliterada na percepção das pessoas.
9)   Fase da organização: Depois que os grupos estão formados, é necessário estabelecer um líder de cada grupo. Este líder deve ser votado pelo próprio grupo.
10)Legitimação pela comissão da igreja. A comissão poderá assumir o papel de coordenar ao invés de fiscalizar, deve trabalhar promovendo a ordem gradativamente. Mesmo que no começo pareça tudo sem muito fundamento, alguns destes grupos vão emplacar e trazer uma bênção sem antecedentes para a igreja. Se porém houver controlo de legislação exagerada na fase de formação o programa não vinga.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Evangelismo e Testemunho Sequenciais

Sábado à tarde


VERSO PARA MEMORIZAR: “Dei-lhes leite, e não alimento sólido, pois vocês não estavam em condições de recebê-lo. De fato, vocês ainda não estão em condições” (1Co 3:2, NVI).
Leituras da semana: Mt 25:35-40; 1Co 3:1-3, 1Pe 2:2; Jo 6:54-66, Lc 8:4-15
Pensamento-chave: No evangelismo e testemunho, é importante que primeiramente apresentemos a verdade simples do evangelho.
Evangelismo sequencial é uma estratégia fundamentada no entendimento de que as pessoas avançam de um programa da igreja para outro quando os programas são organizados na sequência correta. Isso, no entanto, tem que ser feito corretamente ou pode fazer mais mal do que bem.
 O Verso para Memorizar mostra que Paulo percebia o fato de que podemos arruinar nosso trabalho pelo excesso. Podemos comunicar na sequência errada um conteúdo muito complexo, de modo que o nosso receptor se sinta sufocado diante do volume, não consiga compreender a profundidade do significado, ou fique relutante em aplicar pessoalmente o que aprendeu. Assim como a dieta de um bebê começa com leite e, gradualmente, passa a incluir alimentos sólidos, os “bebês” em Cristo devem receber alimento espiritual que possa ser assimilado por sua compreensão espiritual ainda em desenvolvimento.
 Nesta semana, examinaremos como as estratégias e programas de evangelismo e testemunho podem ser combinados, como eles se desenvolvem e se apoiam mutuamente durante o projeto evangelístico sequencial da igreja.
Domingo
Evangelismo sequencial e necessidades sentidas
Como já observamos nas semanas anteriores, a descoberta de necessidades sentidas pelos indivíduos ou pela comunidade influenciará nossa forma de abordar as pessoas, os programas e serviços que oferecemos a elas. Quando entendemos as necessidades que as pessoas sentem, estamos em melhores condições de planejar uma sequência de programas que atenda às necessidades básicas, seja do indivíduo ou da comunidade.
1. Quais eram as duas necessidades que Jesus desejava suprir? Como podemos fazer o mesmo por aqueles que almejamos alcançar? Lc 9:11
Sem dúvida, muitos que vinham a Jesus estavam buscando primeiramente Sua capacidade de aliviar o sofrimento físico. Certamente, Jesus queria ajudá-los fisicamente, mas Ele também desejava atender a uma necessidade que talvez não fosse muito percebida pelas pessoas – a necessidade de cura espiritual.
 Hoje, ainda que o povo de Deus seja ativo em atender às necessidades das pessoas e da comunidade, ele deve seguir o exemplo de Jesus e, de alguma forma, ajudar a conduzir a mente dos outros para as questões eternas.
2. Quais são as cinco necessidades a que devemos atender? Levamos a sério essa missão ou achamos que isso é apenas uma metáfora? Se realmente aceitarmos esse dever, que diferença haverá em nossas ações? Mt 25:35-40
Ministrar de alguma forma em favor daqueles a quem Jesus ama e por quem deu Sua vida é ministrar ao próprio Jesus. Isso demonstra que Ele está intimamente relacionado com Sua criação. Quando as pessoas sofrem, Ele Se preocupa com elas e tem compaixão delas. Devemos fazer o mesmo. Mateus 25:35-40 indica que atender às necessidades das pessoas nem sempre tem que ser parte de uma estratégia fixa da igreja. Quando necessidades são descobertas, devem ser supridas, não importando em que ponto a igreja esteja em sua estratégia sequencial. Embora muitas pessoas avancem de um programa para outro, à medida que seu interesse espiritual aumenta, outras precisam do alimento espiritual imediatamente.
 A igreja não precisa abandonar a sequência de programas e eventos planejados, mas deve ser capaz de responder a toda eventualidade. Em todos os momentos, a igreja deve ter uma equipe preparada e recursos adequados para ajudar os que precisam.
Segunda-feira
Leite e alimento sólido
3. Teologicamente, o que significa leite, alimento sólido e crescimento espiritual? Quais são os sinais de deficiência no crescimento espiritual? 1Co 3:1-3; 1Pe 2:2
Evidentemente, os membros da igreja de Corinto não haviam ido muito longe em seu desenvolvimento espiritual depois de Paulo ter estabelecido o grupo. Consequentemente, quando pregou a eles, sua mensagem foi um apelo para que se entregassem a Deus e crescessem espiritualmente, até o ponto em que pudessem compreender as profundas verdades do evangelho. Sua pregação nesse momento teria enfatizado mais a aceitação do evangelho do que a edificação espiritual. Paulo não pregaria sobre os temas mais profundos enquanto as pessoas não tivessem maturidade espiritual suficiente para entendê-los e responder a eles.
 Ao buscar alcançar as pessoas, devemos sempre estar atentos à estratégia de Paulo. Devemos levar as pessoas a se entregarem a Cristo e, depois, podemos esperar que elas aceitem as verdades profundas de Sua Palavra que podem transformar a vida.
 A sequência evangelística pode se referir a uma estratégia em longo prazo ou a um processo breve. Quando as pessoas avançam através de uma sequência de programas até o ponto em que estão abertas ao chamado de Deus, elas podem ser conduzidas a assistir a uma série evangelística completa ou receber uma série de estudos bíblicos. Seja qual for o programa, o princípio continua sendo o mesmo: primeiro o leite (temas simples do evangelho para começar um relacionamento) e, em seguida, o alimento sólido (verdades mais profundas e mais decisivas que levam a um compromisso firme).
4. Por que Jesus não apresentava toda a verdade de uma só vez? Como saber o momento certo? Como podemos aplicar esse princípio em nossa maneira de lidar com os outros? João 16:12
Um recém-convertido, adventista do sétimo dia, estava tão emocionado com a verdade aprendida que desejava dizer a todos. Muitas vezes, o primeiro assunto que ele compartilhava com os outros, era o ensinamento sobre a “marca da besta”. Embora bem-intencionado, ele era um excelente exemplo de como a verdade precisa ser apresentada de forma sequencial.
Terça-feira
Verdades decisivas
Uma verdade decisiva é um ensino bíblico que, uma vez compreendido, desafia a pessoa a fazer mudanças significativas em suas crenças pessoais ou em seu estilo de vida. Algumas verdades decisivas, como a observância do sábado e evitar alimentos imundos, afetam tanto as crenças quanto o estilo de vida. Isso ressalta mais uma vez a necessidade de levar as pessoas a aceitar Cristo antes de exortá-las a fazer coisas para Ele.
5. Que verdade decisiva fez com que alguns se afastassem de Jesus? Que lição podemos aprender com esse fato? Que “verdades decisivas” ainda precisam ser aceitas para que assumamos um compromisso total com Jesus? Jo 6:54-66
Na multiplicação dos pães e peixes, muitos testemunharam e se beneficiaram do alimento oferecido por Jesus. No dia seguinte, eles O seguiram, a fim de ser alimentados novamente. Quando Jesus tentou desviar a mente deles para as coisas espirituais, usando a ilustração de Seu corpo e sangue, muitos se afastaram dEle. O problema não era que eles não pudessem compreender a verdade da salvação unicamente por meio de Cristo, e sim que eles se recusavam a aceitá-la. Quando seus desejos pessoais não foram atendidos, eles escolheram se afastar de Jesus.
6. Como é posta à prova a autenticidade do amor? Como nos saímos nesse teste? Jo 14:15
Mais cedo ou mais tarde, virá o tempo em que uma professa crença será posta à prova pelo chamado à ação. A realidade é que, às vezes, em qualquer etapa do processo de evangelização, as pessoas se afastam quando são confrontadas com verdades decisivas. No entanto, a experiência tem mostrado que as pessoas respondem de modo mais fácil e positivo a uma verdade decisiva quando já tem sido cultivado um relacionamento de amor com o Salvador. Em outras palavras, o evangelismo realizado na sequência correta traz os melhores resultados.
 Jesus tinha muitas coisas para dizer aos discípulos, mas sabia que naquele momento eles não as entenderiam (Jo 16:12). Sua promessa de que o Espírito Santo os guiaria a toda a verdade (Jo 16:13) se estende ao nosso tempo, para nós mesmos e para aqueles que procuramos levar a Cristo.
Quarta-feira
Medindo o crescimento espiritual
Não há garantia de que influenciamos as pessoas de forma espiritual simplesmente porque transmitimos informações bíblicas por meio de uma palestra pública, seminário ou estudo bíblico. Muitas pessoas têm assistido a uma série evangelística, a um seminário sobre o Apocalipse, a uma série de estudos bíblicos, ou talvez a todos os itens mencionados. Embora possam ter obtido uma compreensão intelectual da verdade bíblica, isso não significa que eles tenham integrado essas verdades à própria vida.
 Como podemos ter mais certeza de que nossos ouvintes estejam sendo influenciados pela verdade e de que sua vida esteja sendo transformada?
 Fazer perguntas é uma forma importante e eficiente de avaliar a compreensão e o crescimento espiritual das pessoas, ao longo de cada estudo bíblico. É melhor fazer perguntas abertas que incentivem uma resposta informativa e que não possam ser respondidas simplesmente com um sim ou não.
 Algumas dessas perguntas podem ser: Em sua opinião, o que esses versos estão nos dizendo? Como você pode compartilhar essa verdade com um amigo? Como você se sente acerca da promessa de Deus para você? Em razão do que foi estudado, que mudanças precisam ocorrer na sua atitude para com os outros e em sua maneira de viver? Como essas verdades o ajudam a amar mais a Jesus? De todas as coisas que você aprendeu, o que mais o impressionou? O que lhe trouxe mais esperança? O que lhe trouxe mais medo?
 Os estudos bíblicos e as apresentações evangelísticas devem ser planejados em uma sequência lógica e ordenada. Primeiramente, são apresentados os estudos mais simples e fáceis de entender, enquanto os estudos mais complexos da série deverão ser apresentados mais tarde, quando a compreensão do estudante da Bíblia estiver ampliada.
7. Por que um Deus que conhece tudo faz perguntas específicas? Fazer perguntas pode ajudar as pessoas a crescer na graça de Deus? Gn 3:9, 13; Mt 16:13-15; 22:41-46; Mc 9:33; Lc 2:46
Quinta-feira
Preparando uma colheita
Conduzir uma pessoa em sua jornada espiritual é como a preparação para uma colheita. Quem já cultivou uma horta sabe que há um prazo definido e uma sequência de passos a seguir para que a desejada colheita seja obtida. Devemos remover as ervas daninhas, cavar o solo, plantar as sementes e regá-las. É necessário também criar o ambiente apropriado para as plantas. Algumas necessitam de plena luz solar, enquanto outras precisam de alguma sombra. Além disso, é necessário proteger as plantas de aves e de pragas de jardim. Em outras palavras, as plantas de uma horta devem ser cuidadas desde o momento em que a semente é colocada no solo até que a planta se torne madura e frutífera. Para pessoas na jornada espiritual, um processo semelhante começa antes do batismo e deve continuar posteriormente. O ideal é que a pessoa seja alimentada até que seja capaz de começar a nutrir outras pessoas. Essa verdade ressalta novamente a natureza vital de uma sequência planejada, que ofereça o prazo correto, execute as medidas certas e crie o melhor ambiente de cuidado e proteção.
8. Qual é o nosso desafio com relação à nutrição da semente lançada em terra boa? Que passos devemos dar e qual deve ser o objetivo final do processo? Lc 8:4-15; Jo 16:7, 8, 13
A explicação de Jesus sobre a parábola revela alguns fatos interessantes. O verso 12 sugere que algumas pessoas começaram a crer, mas foram desviadas pelo diabo antes que sua crença fosse firmemente estabelecida. O verso 13 descreve alguns que receberam a palavra com alegria – eles acreditaram por algum tempo, mas, quando tentados, seguiram em outra direção. O verso 14 menciona outro grupo que ouviu, mas não chegou à maturidade cristã. Muitas pessoas começaram a jornada em direção a Cristo e Seu reino, mas em várias etapas do caminho aconteceram coisas que impediram um progresso em seu crescimento.
 Para se obter uma boa colheita, raras vezes é suficiente apenas semear. Nosso desafio, como igreja e como indivíduos, é semear a semente do evangelho e nutrir sequencialmente os que estão começando a jornada até a maturidade.

Que parte da parábola melhor descreve sua experiência espiritual? Que escolhas você pode fazer para melhorar sua situação?
Sexta-feira

Estudo adicional
Não esperaríamos que as oportunidades de treinamento evangelístico distrital, mencionadas na lição três, sejam descobertas, planejadas e assistidas em apenas uma semana. No entanto, é importante pensar no seu público-alvo enquanto está considerando o treinamento e onde seu ministério se encaixa nos planos da igreja.
 Os seguintes pontos merecem consideração:
 1. Em consulta com líderes de evangelismo, defina seu programa de evangelismo e o público-alvo. Considerar seu público-alvo ajudará você a se concentrar em todos os aspectos do processo. Por exemplo, com relação a um programa para crianças, será melhor divulgá-lo em escolas e em bairros onde existem muitas famílias jovens. Outros públicos-alvo podem ser: aposentados, desempregados, estudantes, etc.
 2. Focalizar um público-alvo vai ajudá-lo a escolher melhor sua equipe, local, tempo e estratégias de acompanhamento. Isso também ajudará numa avaliação eficaz no encerramento do seu programa e lhe dará um foco específico de oração.
 3. Considere os jovens e adultos que frequentam a igreja, mas ainda não são batizados ou pessoas que frequentemente participam de programas especiais da igreja ou da Escola Adventista.
Perguntas para reflexão
 1. “Uma verdade recebida no coração abrirá espaço para outra verdade” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 449http://www.cpb.com.br/produto-685-testemunhos+para+a+igreja+vol.+6.html). Em que sequência devem ser apresentadas as verdades, para que alcancemos as pessoas de modo mais eficaz? Por que a morte de Cristo deve sempre estar na vanguarda do que ensinamos?
 2. “Cristo atraiu a Si o coração de Seus ouvintes, pela manifestação de Seu amor, e então, pouco a pouco, à medida que podiam suportar, Ele lhes desdobrava as grandes verdades do reino…” (Ellen G. White, Evangelismo, p. 57http://www.cpb.com.br/produto-87-evangelismo+encadernado.html). O que você prefere ser: um cristão amoroso com uma doutrina errada ou um cristão insensível com uma doutrina correta? Será que existe uma terceira opção?
Respostas sugestivas:
 1. Ensinava verdades espirituais e supria necessidades físicas, como cura de doenças. 2. Alimento, bebida, abrigo, roupa e carinho. Se reconhecermos a importância dessa missão, a demonstraremos na prática. 3. Leite: conceitos básicos da verdade. Alimento sólido: verdades mais profundas. Ciúmes e contendas indicam falta de crescimento. 4. As pessoas não estavam preparadas para suportar. Precisamos conhecer as pessoas e ter sabedoria e prudência em nosso trabalho. 5. A da salvação por meio do sangue e do corpo de Cristo. Somente pela graça podemos aceitar verdades que exigem mudanças. 6. Pela obediência aos mandamentos de Deus. 7. Para que as pessoas refletissem em sua vida, avaliassem suas crenças, aprendessem novas verdades e crescessem na graça. 8. Por meio da Palavra e da convicção do Espírito, ajudar as pessoas, para que elas perseverem, amadureçam e assim produzam frutos.