segunda-feira, 5 de setembro de 2011

NÃO ENTERRAR OS TALENTOS

Conta-se que Paganini pediu que, depois da sua morte, o seu violino fosse colocado numa vitrina, em exposição, na sua cidade de Génova, e que ninguém jamais tocasse nele! Paganini, entretanto, não sabia que o violino era feito de madeira e que se deterioraria, uma vez que não fosse usado.
Se ele tivesse estado em contínuo uso, vibrando à sua maravilhosa música, ter-se-ia conservado um violino muito valioso. Porém, sem uso foi em breve comido pelos vermes, estragado, tornando-se apenas uma velha e inútil relíquia.
Sal. 60:4 “Deste um estandarte aos que Te temem, para o arvorarem no alto, pela causa da verdade.”
O estandarte do cristão, em volta do qual se reúnem os soldados de Cristo, deve ser desfraldado. Qualquer bandeira se destina a ficar sob a brisa, desfraldada, para animar os soldados na luta. A vista de uma bandeira a tremular ao vento, os soldados leais criam novo ânimo. Quando a bandeira é arrastada no pó, isso é sinal de derrota.
Do bispo Mateus Simpson, da Igreja Metodista, e que foi ardoroso sustentáculo da União durante a Guerra Civil, conta-se o seguinte incidente, ocorrido em 1864, justamente antes de Lincoln derrotar McAllen.
O bispo Simpson fizera uma conferência na Academia de Música, de Nova York. No final da conferência, tomou de uma bandeira, toda furada de balas, pertencente a um regimento local, e disse: "O sangue dos nossos bravos jovens aqui está; as balas de rebeldes atravessaram-na muitas vezes; no entanto, é a mesma bandeira. Os nossos pais seguiram esta bandeira. Esperamos que os nossos filhos e netos também a sigam.
“Quanto à beleza, nada existe na Terra como esta velha bandeira. Que resplandeçam por muito tempo estas estrelas! Justamente agora há nuvens a obscurecer-lhes o brilho e névoa se adensa em torno dela. Mas as estrelas aparecem, e outras mais surgem, e elas resplandecem mais e mais; e assim, oxalá brilhem elas até que caia dos céus a última estrela!"
A bandeira do cristão deve ser desfraldada "pela causa da Verdade". E muitas maneiras existem em que podemos desfraldar na nossa vida o estandarte da verdade.
“Um pendão real vos entregou o Rei,
A vós soldados Seus.
Corajosos, pois, de tudo o defendei,
Marchando para os Céus.”
O Pendão Real. – HASD, 347.

sábado, 3 de setembro de 2011

NO CASO DE UMA CATÁSTROFE, O QUE PROCURARIA SALVAR?

 – Se houvesse uma catástrofe, que obra de arte salvaria?
Esta foi a pergunta que uma conhecida revista de Buenos Aires dirigiu a várias pessoas de destaque. A resposta de Don Juan Pablo Echague, presidente da Comissão Protetora das Bibliotecas Populares, foi semelhante à que teriam dado à mesma pergunta os sacerdotes do Templo de Jerusalém, os quais tinham a obrigação de salvar unicamente as Escrituras Sagradas, se acaso, num sábado, houvesse um incêndio no Templo.
O Sr. Echague respondeu:
– A ciência, a arte, a história, a literatura, a filosofia, a religião... Se o esforço milenário do pensamento humano de querer melhorar a sua condição e penetrar no mistério angustioso do seu destino havia de perder-se com os livros que o contêm, e se fosse possível salvar somente um destes, eu escolheria aquele que continuasse a dar à humanidade os motivos de crer, de sofrer e de esperar: eu escolheria a Bíblia!

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

VEM ESPÍRITO SANTO

Lucas 4, 31-37 – “a autoridade do Espírito Santo ”
Os ensinamentos de Jesus eram convincentes e as Suas ações concretas porque Ele era cheio do Espírito Santo. A Sua autoridade provinha do facto de que Ele pregava o que vivia e punha em prática o que ensinava. Ele conhecia o que ensinava e tinha a convicção do que falava, pois fora enviado pelo Pai para revelar ao mundo a Sua vontade. Ele não perdia tempo, como nós, a discutir nem argumentava com as pessoas que eram contrárias à Sua pregação. Conhecia profundamente as Escrituras assim como também as artimanhas do inimigo que tentava confundir as pessoas e as usava como sendo “donos” da verdade. Por isso, não demonstrava dúvidas e a Sua vida era o próprio Evangelho. A partir d´Ele as coisas aconteciam conforme Ele pregava, não vacilava e, consequentemente, até os demónios O reconheciam e Lhe obedeciam. Os espíritos maus eram-Lhe submissos, porque Ele tinha intimidade com o Pai e confiava em todas as instruções que recebia para vencer o Inimigo. Ele tinha plena consciência da Sua missão, tinha firmeza e poder. Ele não agia como nós, que às vezes, fazemos as coisas sem convicção, com medo, inibidos e terminamos por dar testemunho contrário dos ensinamentos evangélicos. Com efeito, nós podemos também ter consciência de que quando falamos em Nome de Jesus, nós recebemos d´Ele a autoridade pelo poder do Espírito Santo que age em nós. A fé e a coerência da nossa vida em conformidade com a Palavra é que nos farão também ter autoridade em tudo o que pregamos. Por isso, não podemos ter dúvidas no anúncio do Evangelho. Quando não temos convicção do que falamos e nos intimidamos é porque não deixamos o Espírito Santo manifestar-Se por nosso intermédio. A nossa pregação, portanto, deve ser impregnada pelo poder do Espírito Santo. Aí então, até os espíritos maus reconhecerão que estamos a falar em Nome de Jesus, e, por isso, se calarão. - Como tem transmitido o Evangelho às pessoas? Fala e vive? - Você tem autoridade sobre os “espíritos maus”? O que lhe falta para que isto aconteça? – Acredita que o poder de Deus pode remover montanhas e levar esperança aos que estão sobre a sombra do mal? – Assume toda a Palavra em nome de Deus? Se assim é, então, aprendeu a enfrentar gigantes. Grandes maravilhas o Senhor fará com você. Amém!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

GANHAR ALMAS É SÁBIO

Prov. 11:30
A última parte deste verso, "o que ganha almas é sábio", é traduzida de três palavras hebraicas. E essas três palavras estão escritas no púlpito da igreja do Dr. Andrew Bonar e também sobre a janela de sua mansão. A palavra "ganhar", como empregada aqui, é um termo de pescador, e é usada no sentido de fisgar o peixe.
Há neste verso muito de natureza profundamente devocional. Isaac Walton, que escreveu The Complete Angler em 1653, esboçou alguns dos requisitos essenciais do pescador. Podem ser resumidos em 4 partes:
1. Face voltada para a luz.
2. Estudar os curiosos procedimentos dos peixes.
3. Conservar-se então fora de vista.
4. E cultivar a paciência diariamente.
Qualquer pessoa que estude seriamente essas quatro regras não deixará de reconhecer aí quatro requisitos para a conquista de almas.
O homem que ganha almas é sem dúvida um sábio. "Os que forem sábios... e os que a muitos conduzirem à justiça, brilharão como as estrelas, sempre, e eternamente." Dan. 12:3. E o homem sábio que ganha almas é um homem feliz. "A sabedoria do homem faz reluzir o seu rosto" ( Ecles. 8:1), diz o mais sábio dos homens.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O GRANDE EXÉRCITO DO SENHOR

O que foi que tornou o exército de Alexandre poderoso? Como conseguiu ele derrotar o exército persa, de 300.000 homens, com apenas 30.000? Há cinco factores implicados na formação de um grande exército.
INSPIRAÇÃO – A inspiração provém de um grande líder. Como inspirava Alexandre o seu exército? Ele tinha uma visão mundial, e um programa mundial de conquistas. Mas esperava que cada soldado fizesse o melhor que pudesse.
Um dia Alexandre teve notícia de um soldado que fora covarde na batalha e cujo nome era Alexandre. O general chamou o soldado junto de si e disse:
– Ouvi que o teu nome é igual ao meu.
– Sim, meu nome é Alexandre (e era evidente que ele se orgulhava com isso).
– Mas, – disse o grande comandante – se que foste temeroso e covarde na batalha. Não tolero que homem algum tenha o meu nome e seja covarde. Ou mudas de nome ou mudas de natureza!
Imediatamente o soldado respondeu: – Majestade, jamais mudarei o nome, mas nunca mais serei covarde em batalha.
ORGANIZAÇÃO – Cristo quer ter um exército organizado, e não um grupo desorganizado.
INSTRUÇÃO – Ninguém aprende a nadar ou a patinar com um curso por correspondência. Os soldados não se treinam em barracas, ou redes, ou preguiçosos. Os soldados cristãos têm de ser treinados de modo a prestarem serviço.
ACÇÃO – O exército do Senhor tem de entrar em acção. "Palavras sem acções são os assassinos do idealismo", disse Herbert Hoover.
COOPERAÇÃO – O segredo do êxito na causa de Deus envolve a cooperação de todos os membros da igreja.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

(7/7) Casa da Ana Hickmann - Episódio 1 (Domingo 14/08/2011)

Adventista do Sétimo Dia testemunha no programa da Ana Hickman - IMPERDÍVEL!!!

À PROCURA DO PERDIDO

Luc. 19:10
Em Londres num dos últimos anos muitos viajantes deixaram 122.000 luvas nos autocarros da cidade e nos metros. Deixaram também 62.000 guarda-chuvas e 14.000 pares de óculos. Sem dúvida, alguns dos possuidores fizeram grandes caminhadas para recuperar os artigos perdido, pois Deus colocou em nós forte sentido de reaver o que perdemos.
Uma ocasião Jesus disse três parábolas, cada uma das quais envolvia alguma coisa que se perdera. Na primeira foi perdida uma ovelha. O pastor tinha 99 outras ovelhas, mas deixou-as no redil e saiu a meio da noite, errando pelos montes e os vales do deserto até encontrar a ovelha perdida.
Na segunda, uma mulher perdera uma moeda. Possuía nove moedas mais, porém acendeu uma vela e varreu diligentemente a casa até encontrar a moeda perdida. Na última parábola, um pai perdeu um dos seus filhos. Esse filho não estava fisicamente perdido, mas pior que isto, estava perdido no sentido espiritual: perdido em pecado. Abandonara a casa paterna e estava a desperdiçar a vida numa terra longe. Será que o Pai fez alguma coisa para reencontrar o filho?

Adventista do Sétimo dia dá seu testemunho para o Brasil todo no programa da Ana Hickman